Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Supercomputador

Com financiamento de US$ 1,6 bilhão, um grupo de mais de 200 pesquisadores europeus pretende simular o funcionamento do cérebro humano, e para isso, será necessário desenvolver um supercomputador cerca de mil vezes mais poderoso que os atuais.
O projeto quer simular um cérebro
humano (Foto: Divulgação)

O Projeto Cérebro Humano tem o objetivo de coletar e consolidar todas as informações conhecidas, produzidas por médicos e cientistas ao redor do mundo, relacionadas ao cérebro humano. Com essa informações e a ajuda de um supercomputador, os cientistas acreditam que será possível simular o funcionamento do cérebro. A pesquisa contribuirá para o desenvolvimento de novos métodos de diagnóstico e uma melhor compreensão de doenças neurológicas como o Mal de Parkinson e Alzheimer.

Além dos benefícios científicos no campo do conhecimento neurológico, a construção do supercomputador deve ajudar a desenvolver uma tecnologia totalmente nova nas áreas de computação e robótica. O projeto prevê a construção de novos sistemas de computação e robôs com base na arquitetura e nos circuitos cerebrais.
De acordo com o vídeo de divulgação do projeto, pesquisadores publicam anualmente cerca de 60 mil artigos relacionados ao cérebro. No entanto, a maioria é focada em uma pequena parte do cérebro: uma molécula, uma região, um mapa ou uma função. O Projeto Cérebro Humano iria integrar essas descobertas e criar modelos para explorar como os circuitos neurais são organizados e como dão origem ao comportamento e cognição.

O projeto está previsto para durar 10 anos e deve reunir pesquisadores de aproximadamente 80 instituições ao redor mundo. Além do pesquisadores europeus, o projeto irá contar com parceiros americanos e japoneses e será coordenado pelo neurocientista sul-africano Henry Markram da École Polytechnique Federale de Lausanne (EPFL), na Suíça.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Transistor ‘invisível’

Pesquisadores da University of Maryland, Estados Unidos, imprimiram um transistor “invisível” em um papel transparente. A transparência do objeto é de 84% e ele ainda é flexível. O componente pode contribuir para a construção de hardwares com material reciclável, baseados em papel.

Transistor é invisível e flexível (Reprodução/Extreme Tech)

Os transistores que são produzidos através de impressoras precisam de uma tinta especial, que não pode conter manchas. As tintas condutoras ou semicondutoras de eletricidade são bem finas e qualquer imperfeição pode interromper o fluxo de elétrons que fazem o circuito funcionar.

Para não ocorrerem problemas na produção, os pesquisadores da Universidade de Maryland usaram o nanopaper, que é um papel criado a partir de polpa de madeira. Esse material foi tratado especialmente com enzimas. Ele tem uma estrutura mais lisa do que o papel normal e é mais forte e transparente.

Com o material do nanopaper, a equipe de pesquisa utilizou três cores para construir os transistores invisíveis. Primeiro, eles usaram uma camada de nanotubos de carbono e, em seguida, uma tinta dielétrica. Depois, foi inserida uma tinta semicondutora e outra camada de nanotubos. Esses nanotubos não funcionam apenas como eletrodos do transistor, mas também para formar sua estrutura.

Com essa composição, o transistor funciona mesmo se for encurvado. O componente invisível pode ser útil para compor displays e telas. No entanto, os cientistas ainda não descobriram uma forma de produzir o transistor em larga escala.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Bateria do iPhone 4S vaza ácido

Uma executiva norte-americana foi a nova vítima de um "ataque" do iPhone. A gerente de marketing Shibani Bhuile afirma que a bateria do seu iPhone 4S derreteu "do nada", liberando um ácido que destruiu completamente seu telefone. Apesar da alegação, a Apple se recusou a repor o aparelho de graça, tendo pedido cerca de US$ 200 (R$ 400) para providenciar um novo telefone.

O iPhone 4S após o acidente (Foto: Reprodução/Quartz)

De acordo com a vítima, o derretimento do smartphone ocorreu de repente, quando o aparelho estava desligado e repousado na mesa de centro de sua casa. Shibani conta que sentiu um cheiro estranho de queimado e correu imediatamente para o aparelho, o qual ela pôde ver derretendo em cima do móvel.


“Eu peguei o telefone e ele estava muito, muito quente, e não era possível ligá-lo. Um minuto depois eu já não conseguia nem mais tocá-lo de tão quente. Eu entrei em pânico, achei que o iPhone iria explodir ou algo parecido”, conta a gerente de marketing.
Shibani, então, abriu a tampa do telefone e encontrou uma bateria de lítio completamente derretida. Sua mão também se queimou durante o processo. Segundo a vítima, a Apple se recusou a trocar seu telefone pois ele já havia vencido o ano garantida que é oferecido pela empresa. Até o momento, porém, a Apple não emitiu nenhuma nota sobre o caso.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Velocímetro que avisa quando limite é ultrapassado

Os designers chineses Gao Fenglin e Zhou Buyi desenvolveram um protótipo de velocímetro que indica por cores se o motorista ultrapassou a velocidade máxima permitida na estrada. Sensores equipados com GPS se comunicam com satélites e detectam a localização do carro. Baseado nisso, o aparelho identifica o limite permitido de acordo com a rua ou estrada em que o condutor estiver dirigindo.

Luz vermelha indica que motorista ultrapassou velocidade permitida (Foto:Divulgação/Speed Guard)

A cor azul no visor mostra que o automóvel não excedeu a velocidade - e não há riscos de multas. Quando o ponteiro do velocímetro ultrapassa o limite estipulado, a área excedente é preenchida em vermelho, indicando claramente que o veículo está andando mais rápido do que o autorizado. A invenção rendeu à dupla chinesa o prêmio de design Red Dot Award de 2012.

domingo, 27 de janeiro de 2013

IPads viram arma de técnicos para desenhar jogadas

Pioneiro no uso de playbooks digitais, o Baltimore Ravens trocou cadernos de jogadas tradicionais por iPads para desenhar e estudar os lances que farão em campo. E caso vença a final da NFL, o famoso SuperBowl XLVII, disputada neste domingo (03) em New Orleans, Estados Unidos, a equipe vai ficar em débito com a tecnologia.
Equipe do Ravens usa iPads para desenhar as jogadas (Foto: Divulgação)

A ideia de digitalizar as jogadas é antiga, porém muitos times não conseguiram fazê-la sair do papel porque os atletas não se sentiam muito à vontade para carregar laptops pesados para cada jogo. Então, com a chegada dos tablets, o Ravens foi o primeiro adotar a estratégia, ainda na temporada 2011, e virou referência na liga. Os iPads ficam equipados com um aplicativo especial para ver as jogadas, e bloqueados para qualquer outro tipo de uso.

“É até chocante o quão pouco estes times têm usado tecnologia”, avaliou Bob Paulsen, co-fundador e CEO da PlayerLync, uma das empresas responsáveis por desenvolver o aplicativo GamePlan, que está nos tablets dos times.

Com o app para iPad, os treinadores desenham as jogadas e disponibilizam para que os atletas possam ver em qualquer lugar. Além do Baltimore Ravens, equipes como Broncos, Packers, Bears, Bengals, Chargers e Colts também usam playbooks digitais. O Niners, adversário do Ravens no SuperBowl, não se pronunciou sobre o caso. De acordo com Paulsen, depois que as equipes começaram a entender a praticidade e os benefícios dos apps para a iPad, elas começaram a evoluir. Ele explica que vem recebendo cerca de três ligações por dia de clubes interessados na tecnologia.

“Quando eles começarem a mudar a forma de trabalhar, com as vantagens que a tecnologia permite, eles darão grandes passos para frente. A maior parte dos times que chegou aos playoffs (finais), por exemplo, já usa este tipo de recurso”, destacou.

Os playbooks, ou livros de jogadas, são fundamentais no futebol americano. Cada tipo de lance que se vê em campo é resultado de algo previamente ensaiado e desenhado no iPad de cada equipe. O quarterback, jogador que recebe a bola para dar início a uma determinada jogada, é o responsável por “chamar a jogada”, ou seja, escolher uma delas e passar as instruções para os companheiros. Antes dos iPads, realmente os desenhos das táticas eram feitos em “cadernos de jogadas”. A digitalização, claro, facilita bastante as coisas tanto para a comissão técnica como para os jogadores.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Aplicativos para o carnaval

Uma das datas mais esperadas do ano está chegando. Na próxima sexta-feira (8), será dada a largada oficial para o Carnaval 2013. E, pensando nisso, o TechTudo preparou uma lista com aplicativos que podem ajudar os foliões a se programarem melhor neste feriado.

Algumas aplicações foram desenvolvidas especialmente para quem adora uma folia. Com elas, você fica por dentro do calendário, horário e lugar de todos os blocos, trios e Escolas de Samba dos Carnavais mais famosos do Brasil e do Mundo.

Carnaval em Salvador

Todo ano, em Salvador, milhões de pessoas vão às ruas pular Carnaval. E, se este ano, você vai estar no meio dessa multidão, vale a pena se programar para não perder nem um minuto de festa.

Com Onde está meu Trio?, você fica por dentro do horário, local e itinerário do trios elétricos da cidade. Além disso, o aplicativo fornece informações de serviços, como postos de saúde, delegacias e pontos de táxi.

A aplicação, disponível para iOS e Android, funciona em tempo real por meio de tecnologia GPS e está integrada ao Facebook. Você pode compartilhar fotos com os amigos e visualizar as imagens da galera durante a folia.
Programe-se para o Carnaval de Salvador com Onde está meu Trio? (Foto: Reprodução/ Paula Carvalho)

Divirta-se no Rio de Janeiro

De acordo com a Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (Riotur), em 2012, o Rio reuniu mais de 5,3 milhões de pessoas no Carnaval de rua. E para este ano, a expectativa é ainda maior. Então, é melhor se planejar.
O Globo Carnaval 2013 (Foto: Reprodução)

O aplicativo O Globo Carnaval 2013 informa os detalhes dos ensaios, blocos, roteiro dos desfiles e, até mesmo, as letras dos sambas-enredos. Com ele, é possível também acompanhar as notícias sobre toda a festa, diretamente da redação do Jornal O Globo, em tempo real.

Os apps Catraca Livre e Folião seguem a mesma linha e apresentam funções bem semelhantes. No Folião, você ainda pode confirmar a sua presença nos eventos. Para isso, basta clicar em “estou mais certo do que o bloco”. Depois, é só checar quais dos seus amigos também confirmaram e encontrar com eles por lá!

As aplicações estão disponíveis tanto para iOS, quanto para Android. Com exceção do Folião, que só apresenta versões para dispositivos da Apple.

As cidades de Recife e Olinda também são destinos clássicos para passar o Carnaval. E, por isso, os aplicativos Carnaval Recife 2013, Carnaval PE (ambos desenvolvidos para Android) e PE no Carnaval (apenas para iOS) podem ser uma “mão na roda” na hora de se planejar da melhor maneira.

O diferencial do Carnaval Recife 2013 é a aba "Polos", onde as festividades são divididas por gosto. Assim, é mais fácil achar o evento que mais tem a sua cara! Já no Carnaval PE, o mais interessante é o tópico "Minha Agenda", em que você pode montar uma planilha com os blocos que mais te agradam.

Todos os três fornecem as programações dos blocos que desfilam pelas ruas e informações de serviços públicos. Além disso, são integrados às redes sociais.

Outros dois aplicativos que prometem ajudar (e muito) a galera durante a festa mais popular do planeta são o Globeleza, que abrange as cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, e o TIM Carnaval, que engloba Rio, São Paulo, Salvador, Recife o Olinda. Com o Globeleza, basta apontar a câmera do seu celular para uma direção, que ele identifica as atrações mais próximas de onde você está.

Nunca foi tão fácil se programar para o Carnaval. Faça o download da aplicação que oferece as melhores informações para você e caia na folia!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Base lunar

A Agência Espacial Europeia (AEE), em uma parceria com a empresa de arquitetura Foster + Partners, desenvolveu um projeto em que utilizaria a impressão 3D para construir uma base lunar segura, barata e rápida de ser montada. Com criatividade e recursos disponibilizados pelos arquitetos, os pesquisadores da AEE conseguiram elaborar um esboço para uma possível estação no satélite natural.

Esboço da base lunar criado pela AEE (Foto Divulgação/ESA)

Os alicerces deste plano estão na utilização de uma impressora 3D, que utilizaria o próprio solo da Lua como matéria-prima. Além do baixo custo e da ligeireza na edificação, o terreno lunar seria um revestimento ideal, devido à sua eficácia contra a radiação espacial e pela estabilização da temperatura.
Projeto do interior da base lunar (Foto: Divulgação/ESA)

Por dentro, a estação seria revestida por um material inflável e devidamente pressurizado. Dessa forma, durante o período de produção, só se levaria para o satélite as impressoras, materiais infláveis e conectores, que corresponderiam a 10% do necessário para que o abrigo lunar fosse construído – o restante já está lá.

Nos testes realizados utilizou-se uma rocha basáltica de um vulcão da Itália que tem 99,8% de semelhança com o solo lunar, produzindo até dois metros cúbicos de material por hora. Foram modelados blocos, com estruturas parecidas a uma parede celular, que agiriam como escudos contra meteoros e radiação espacial.
O protótipo da impressora 3D (Foto: Divulgação/ESA )

Segundo a AEE, seria possível montar a estação inteira em apenas uma semana. Mas apesar do projeto simplificar muito a logística, ainda é necessário procurar saídas para outras adversidades, como a enorme variação de temperatura na superfície do satélite e as maneiras de filtrar a poeira lunar – extremamente prejudicial, se inalada.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Avião elétrico

O designer Daphnis Fournier projetou o Ecologic Airplane, veículo que possui um avião para passageiros com motores elétricos e depende de um balão inflável para decolar. A ideia de inflar uma parte da aeronave surgiu para reduzir o gasto de energia necessário na hora de levantar voo, momento em que os aviões atingem aceleração máxima e maior consumo de combustível.

Como grande parte da sustentação da aeronave viria da parte inflada, não há necessidade de asas e perfil mais aerodinâmico (Foto: Reprodução/Yanko Design)

Para vencer a gravidade terrestre no momento da decolagem, Daphnis pensou em um sistema que se assemelha aos antigos dirigíveis da década de 1930. O projeto conceitual de Daphnis não especificou o tipo de gás a ser usado para inflar o balão. Nos anos 1930, usava-se o altamente volátil hidrogênio, o que causou um desastre em 1937, quando os 200 mil metros cúbicos de hidrogênio do Hindenburg transformaram o aparelho em uma enorme bola de fogo, causando a morte de 36 pessoas.

Uma vez no ar, o Ecologic Airplane teria empuxo gerado pelo conjunto de quatro turbinas. Elas funcionam da mesma forma que os motores presentes hoje em aviões de passageiros. A única diferença está na forma como essas turbinas são movidas: sai o combustível de aviação e entra em cena a energia elétrica.

De acordo com Daphnis, em sua página oficial, toda a eletricidade necessária para fazer o Ecologic Airplane voar viria de paineis solares posicionados no topo da porção inflável da aeronave. A luz do sol, convertida em eletricidade, seria armazenada em baterias e gasta conforme as necessidades do voo. Caso o projeto, um dia, torne-se realidade, o Ecologic Airplane seria um avião de passageiros que, virtualmente, não faria nenhuma emissão de poluentes.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Ladrão leva iPhone de menina

Um caso no mínimo curioso ocorreu no estado americano de Nova Iorque no fim do ano passado. Um iPhone foi roubado de uma jovem de 16 anos por três rapazes, porém, quando um dos assaltantes tentou vender o aparelho, acabou sendo roubado, também. Tentando reaver o celular, o ladrão prestou queixa à polícia, mas foi reconhecido na delegacia e depois detido.

iPhone é cobiçado pelos ladrões nova iorquinos
(Foto: Reprodução)

Todo caso iniciou-se no Prospect Park, onde uma jovem de 16 anos andava com seu iPhone 4S até ser abordada por três outros jovens, que levaram seu celular. Após o roubo, a menina fez uma queixa a dois polícias que passavam. Tentando encontrar os rapazes, os policiais fizeram uma ronda com a menina pelo local, mas não obtiveram sucesso.

Enquanto os policiais procuravam os meninos, em outra parte da cidade um dos delinquentes tentou vender o iPhone para um homem na rua. Porém, o possível comprador, identificado como Jean Louis Colsun, acabou roubando o aparelho do jovem. O rapaz, indignado, fez uma queixa a um policial que estava pelas redondezas, que conseguiu prender Jean Louis. Os dois, então, foram levados à delegacia para formalizar a queixa.

Só que, do outro ponto da cidade, onde se encontrava a primeira vítima, os policiais resolveram ligar para o iPhone roubado, e foram surpreendidos quando um outro policial atendeu. A jovem, então, foi levada a delegacia onde o primeiro e o segundo ladrão estavam. Lá, ela reconheceu o rapaz como um dos três delinquentes que a roubou no Prospect Park.

Para confirmar as informações, já que os dois jovens alegavam ter sido roubados, foi pedido que a menina e o rapaz tentassem desbloquear o iPhone. Como era de se esperar, a menina conseguiu desbloqueá-lo, enquanto o rapaz não fazia ideia da senha. Ele acabou sendo preso, juntamente com Jean Louis, o senhor que o havia roubado posteriormente.

Roubar iPhone já é uma prática frequente em Nova Iorque, e chegou a alcançar quase 16 mil casos no ano passado, respondendo por 14% de todos os crimes da cidade. Um dos motivos para o smartphone da Apple ser tão cobiçado é o fato do aparelho ser facilmente reprogramado para ser vendido no mercado negro.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Pular a cerca

O celular F-Series, da Fujitsu, foi lançado em 2002 no Japão, mas ainda faz muito sucesso no país até hoje. Isto porque o aparelho é conhecido como o "celular da infidelidade", pela sua total discrição quanto está no "modo privacidade": só é possível identificar que chegaram mensagens ou chamadas por conta de uma sutil mudança na cor dos indicadores de nível de bateria e sinal da antena.
F-Series, da Fujitsu, é considerado o "celular da
infidelidade" (Foto: Divulgação)

Além disso, mensagens de texto, ligações recebidas e mensagens de voz só podem ser acessadas a partir de uma combinação secreta que, ao contrário da tela de bloqueio do seu celular, não é solicitada em nenhum momento. Assim, quem vai dar aquela olhada no celular do companheiro não tem a sensação de que ele está escondendo algo, pois nada está bloqueado. O dono do celular, no entanto, só precisa entrar com um código para acessar o conteúdo invisível.

De acordo com Takeshi Natsuno, um executivo da maior operadora de celular do Japão na época do lançamento do F-Series, o modo de segurança do modelo foi criado pensando nos casais que se separaram depois que uma das pessoas acessa o dispositivo do parceiro e descobre algum caso de infidelidade.

Em entrevista ao jornal americano Wall Street Journal, os usuários do aparelho da Fujitsu garantem que não o trocariam por nenhum novo modelo de qualquer outra fabricante. Segundo eles, aplicativos que prometem garantir a discrição do usuário não prestam seus serviços à altura do velho F-Series.

Mesmo com todo esse sucesso no Japão, os aparelhos F-Series, para alívio (ou tristeza) dos brasileiros, nunca chegou ao restante do mundo.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Imagens bizarras

Sabe aquela sensação constante de incerteza, que você acha que alguma coisa sempre pode dar errado? Essa foi a inspiração do fotógrafo Kerry Skarbakka da série “The Struggle to Right Oneself”, em que ele aparece prestes a cair em vários cenários. A ideia surgiu após os atentados de 11 de Setembro e a morte da mãe de Kerry. Ele conta que começou o projeto para lidar melhor com a dor e a insegurança.

Foto mostra Kerry Skarbakka caindo do alto de uma escada (Foto: Kerry Skarbakka)

“O filósofo alemão Martin Heidegger disse que a existência humana é uma experiência de queda contínua, e é papel de cada um conseguir de levantar no meio de tantas incertezas”, explica o fotógrafo em seu site. Para ele, o ensaio é uma resposta a essa delicada situação (de queda).
Fotógrafo registra tombo durante o banho (Foto: Kerry Skarbakka)

Preocupado em fazer o menor uso de edição possível, Kerry está mesmo prestes a levar um tombo nas fotos, mas tudo com uma certa segurança. Ele lançou mão de equipamento de montanhismo para conseguir se pendurar e dar a impressão de que depois do clique foi de cara no chão.

Ele confessa que a altura real de onde fez os registros não resultaria em mais que um pequeno hematoma, mas que quando nenhum dos seus truques funcionava, teve que usar um editor de imagens para tornar as fotos mais reais.
Kerry Skarbakka leva tombo de bicicleta em passeio no parque (Foto: Kerry Skarbakka)

domingo, 20 de janeiro de 2013

Thomas Barbèy

Um olhar desatento e você pode pensar que as imagens produzidas pelo artista Thomas Barbèy não passam de montagens digitais. Todas as fotos, porém, são resultado de manipulações artesanais feitas por ele em sua câmara escura para revelações, sem uso doPhotoshop.
Zebras e teclas de um piano se confundem na montagem de Thomas Barbey (Foto: Thomas Barbèy)

As imagens são capturadas com os modelos analógicos Mamiya RB 67 e Canon AE-1s 35 mm film SLR. Thomas, natural do Havaí, Estados Unidos, explica em seu site que o design de cada foto é fruto de uma seleção cuidadosa de procedimentos na hora da revelação.

“Os negativos são combinados e a ampliação é feita simultaneamente, ou planejo a dupla exposição na própria câmera, ou uma combinação de tudo isso”, explica o artista, lembrando que cada negativo montado é único e suporta um número limitado de cópias.
Rua movimentada "passa" pela base de uma árvore (Foto: Thomas Barbèy)

Inspirado pelos grandes artistas René Magritte, Escher e Dean Roger, Thomas conta que suas criações passam pelo teste de “Mas e aí?”. “Se uma combinação de dois ou mais negativos não me tocar ou nao tiver algo de peculiar, jogo fora. Às vezes o resultado pode ser frustrante”.
Cavalos se confundem com a neve das montanhas em montagem (Foto: Thomas Barbèy)

Mas a julgar pelos efeitos surrealistas causados por suas obras, a inspiração do havaiano vai bem. “Algumas vezes já venho com uma ideia pré-concebida e tanto materializá-la de forma que funcione. Em outras tudo é meio por acaso, e quando a imagem surge o conceito ainda precisa ser definido.”

sábado, 19 de janeiro de 2013

ARGUS

Com a resolução de 1,8 gigapixel, uma supercâmera militar foi criada para ser usada em missões de espionagem em tempo real, e aponta para as novas tendências do mercado da fotografia digital.

A DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency), uma agência do Ministério da Defesa dos Estados Unidos, desenvolveu um sistema autônomo de vigilância em alta resolução e em tempo real chamado ARGUS-IS.

A soma das imagens produzidas pelas câmeras do ARGUS (Foto: Reprodução / PetaPixel)

O projeto todo custou $ 18,5 milhões e demorou 30 meses para ficar pronto. Mas a maior novidade é sua supercâmera, que ainda não foi exibida para os civis, e possui a altíssima resolução de 1,8 gigapixel, produzindo em torno de 1 exabyte (1 milhão de terabytes) em imagens por dia.

Em uma aeronave há 6 quilômetros de altitude, o ARGUS pode cobrir uma área de até 40 km2, podendo suas câmeras distinguir objetos com o tamanho de até 9 cm2. Com essa capacidade absurda de ampliação, o sistema consegue identificar nitidamente elementos móveis, melhorando a precisão em missões de reconhecimento ou de ataque a zonas hostis.

Como grande parte das tecnologias atuais é produto direto de experimentos e equipamentos que antes foram de uso exclusivo dos militares, é possível prever um forte aquecimento do mercado da fotografia, quando essa tecnologia for disponibilizada aos civis.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Nanorevestimento que promete impermeabilizar gadgets e roupas

Desenvolvido pela empresa P21, o Aridion, é um polímero que age como um revestimento nanotecnológico que repele quase todos os líquidos ao ser pulverizado sobre uma superfície sólida.

Nanorevestimento promete garantir o funcionamento de gadgets mesmo embaixo d'água (Foto: Divulgação)

Patenteado desde a virada do milênio, o produto começou a ser patrocinado pelo Ministério de Defesa britânico no inicio de 2011 com o fim de melhorar os uniformes militares, tornando-os mais resistentes a agentes líquidos e ameaças químicas.

Com 50 nanômetros de largura, o Aridion age fazendo com que o líquido tome a forma de grânulos ao entrar em contato com o objeto, o que evita a sua absorção pelo superfície sólida. Desta forma, qualquer artefato que receber o tratamento de revestimento com Aridion continuará intacto. “Você não nota qualquer mudança, mas ao deixar o objeto cair na água ele irá afundar mas saíra seco. E o mais importante, o conteúdo interno também estará protegido e não sofrerá corrosão”, explicou Stephen Coulson, engenheiro que desenvolveu a tecnologia, em entrevista à CNN.
De acordo com o cientista, o Aridion além de impermeabilizar, ainda aumenta a proteção da superfície sólida do fogo e de agentes microbiológicos. Assim, a tecnologia possuiria uma grande vantagem sobre o revestimento com máscara de íon.

Já existem máquinas com o Aridion em mais de cem grandes centros de produção em todo o mundo. Recentemente a Motorola implantou a tecnologia em 10 milhões de seus mais recentes aparelhos. A P2I faturou em torno de US$ 20 milhões em 2012, e está divulgando e vendendo sua invenção não só a fabricantes de telefones celulares e outros eletroportáteis, como também ao setor de vestuário e calçados.

Com o objetivo de continuar expandindo a utilização do revestimento, a P2I planeja vender o Aridion para manufaturados que sofram redução do desempenho com os efeitos da intrusão de líquido, como bolas de tênis, pranchas de surf e carros de corrida.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Supercomputador

A Universidade de Stanford, nos EUA, ultrapassou a marca de 1 milhão de cores de processamento em um supercomputador. O IBM Blue Gene/Q Sequoia suporta exatos 1.572.864 núcleos de processadores, que funcionam em conjunto com 1.6 petabytes de memória. A supermáquina é usada para simulações complexas do comportamento dos fluídos e os dados são muito úteis para a indústria aeronáutica.

Supercomputador IBM Blue Gene/Q Sequoia quebrou recorde (Foto: Reprodução/ExtremeTech)

Uma das principais aplicações do volume de informações colhidas a cada simulação do supercomputador é fornecer subsídios a engenheiros para que eles criem motores de aeronaves mais silenciosos. Como as turbinas de aviões atuais funcionam, basicamente, sugando e expulsando ar, que é um fluído, os dados extremamente precisos permitem que novos designs e aprimoramentos nas turbinas sejam testadas dentro do computador. Assim, não há a necessidade de desenvolver protótipos. Além disso, vale lembrar que não é possível entrar dentro de uma turbina para vê-la em funcionamento.

Pesquisadores resolveram problema causado por grande volume de dados

Em termos de computação, há uma tendência a achar que mais é melhor. Mais memória, mais núcleos, mais processadores tenderiam a aumentar a capacidade de um sistema. Contudo, quando se fala na casa do milhão e meio de núcleos de processamentos, problemas começam a mostrar que, nem sempre, muito mais é melhor.

Supercomputadores funcionam quebrando porções matemáticas de problemas complexos. Cada pedaço dos cálculos pesados realizados pela máquina é endereçado a um grupo de processadores, que computa os dados e entrega os resultados no dispositivo de saída. Esse princípio faz com que soe natural que o supercomputador com 1,5 milhão de processadores seja melhor do que aquele com 500 mil.

No entanto, até o IBM Blue Gene/Q Sequoia de Stanford ser desenvolvido, havia um problema: surgia um gargalo de dados quando o computador chegava a um valor próximo de 1 milhão de processadores. Tantos núcleos funcionando a altas velocidades geravam um volume de dados tão grande que o sistema chegava a um bloqueio. Isso acontecia porque os softwares que operavam máquinas com milhões de núcleos não eram refinados o suficiente para dar vazão a tanta informação.

Em Stanford, esse problema foi resolvido com uma complexa reengenharia diretamente no código do software e no processamento dos dados. O resultado proposto foi o CharLES, um tipo de sistema operacional, digamos assim, capaz de aproveitar todo o poderio dos 1,5 milhões de cores do supercomputador.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Homem invisível

Muitos artistas fazem de tudo para serem vistos e reconhecidos por suas obras. No caso de Liu Bolin, quanto menos as pessoas o virem, melhor. Conhecido como o “homem invisível”, o chinês se especializou na arte da camuflagem e, graças à pintura em seu corpo, desaparece quase totalmente em fotos feitas desde 2009.

Liu Bolim desaparece em meio a parede com celulares (Foto: Liu Bolin)

Em sua nova exposição, “Hiding in the City”, exibida atualmente na galeria Eli Klein Art, em Nova York, Bolin apresenta uma coletânea de seus melhores registros. Vestindo um sobretudo, o artista espera pacientemente que sua equipe pinte cada detalhe de acordo com o fundo que será utilizado em cada foto.

De uma parede repleta de celulares, um muro com grafite ou uma estante com pandas de pelúcia, o homem com “poderes” de camaleão quase desaparece diante dos olhos dos espectadores. Liu passa aproximadamente 10 horas até que uma de suas pinturas seja finalizada e a foto possa ser registrada.

Bolin explica que sua arte surgiu como protesto após a destruição da vila de artistas Suo Jia, em Pequim, em 2005. O local tinha uma das maiores concentrações de culturais da Asia. “Cada um escolhe sua maneira de entrar em contato com o mundo. Eu escolhi me misturar”, diz o artista.
Muro com grafite serve de fundo para foto do artista chinês (Foto: Liu Bolin)
Pandas em prateleira viram estampa da roupa de Liu Bolim (Foto: Liu Bolin)

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Eletrônicos que se autodestroem

A Darpa pretende desenvolver sensores para que o hardware de sistemas de defesa das forças armadas norte-americanas tenham a capacidade de cometer suicídio. Mais do que um tipo de obsolência programada às últimas consequências, a ideia é criar eletrônicos que se dissolvam antes de cair nas mãos de inimigos.
Ideia é garantir que tecnologia militar não caia em
mãos erradas (Foto: Reprodução)

O projeto é uma tentativa de resolver situações em que inimigos podem recolher material deixado para trás em ações militares. Com a tecnologia atual, uma nação ou grupo com recursos, teria condições de aplicar engenharia reversa e descobrir segredos do funcionamento dos aparelhos.

A Darpa centra esforços em descobrir materiais que possam ser empregados na fabricação dos aparelhos e que permitam uma rápida desintegração. Em 2012, a Darpa apresentou protótipos de circuitos integrados fabricados com magnésio e silício que, com a aplicação de um determinado solvente, se desfazem em um líquido.

Além das aplicações militares dos eletrônicos que podem ser destruídos com um simples comando, a tecnologia poderia ser usada, por exemplo, na indústria de eletrônicos. Com elementos que de desfazem, os constantes vazamentos de novos lançamentos poderiam ser coisa do passado. Bastaria que o protótipo do próximo smartphone fosse programado para se desfazer, caso caísse em mãos erradas.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Carro elétrico em casa

O engenheiro elétrico Gary Krysztopik desenvolveu um carro elétrico simples, que pode ser montado através de kits por praticamente qualquer pessoa. Gary pretende vender kits do seu EZ-EV, modelo de carro elétrico compacto e simples.

Na foto, modelo que inspirou a criação do EZ-EV por Gary (Foto: Reprodução)

Leve e quase rústico, o carro elétrico, que vem rodando há três anos pelas ruas de San Antonio, no Texas, e serve de base para o EZ-EV, possui uma longa bateria de chumbo-ácido, onde o carro se assenta, com motor traseiro. O carrinho é equipado com um computador simples, tem GPS, para-brisas de Honda Fit e comando para alterar o regime de funcionamento do motor entre ré, estacionamento, drive e modo econômico. Não poderia ser mais simples.

De acordo com seu criador, o modelo pode rodar 160 km com uma carga de bateria e pode alcançar velocidades de 100 km/h. Gary não detalhou os tempos de aceleração e nem de recarga total da bateria.

Segundo ele, a versão que será vendida em kits será ainda mais eficiente. Em vez de aço, o carro terá estrutura feita com fibra de vidro, que é muito mais leve. No lugar da bateria de chumbo, Gary adaptou uma muito mais moderna, com íons de lítio, e que deve proporcionar um salto considerável de autonomia. O EZ-EV ganhou também suspensão mais moderna e freios a disco.

O EZ-EV será um triciclo elétrico e, na maioria dos estados norte-americanos, poderá ser registrado como motocicleta, o que diminui impostos. Quando pronto para a venda, o triciclo de dois lugares terá autonomia para 240 km e velocidade máxima de 128 km/h. Gary venderá os kits sem nenhum conforto especial, mas encoraja os compradores a fazerem modificações e personalizarem o EZ-EV da forma que quiserem.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Peugeot

A Peugeot promete lançar, em 2016, um carro híbrido cuja propulsão será gerada por um motor comum a gasolina e um sistema que acumula pressão do ar. De acordo com o projeto, o carro teria uma autonomia de 34 quilômetros por litro de combustível e emissões de carbono mais baixas do que aquelas de carros com sistemas híbridos com gasolina e eletricidade.

Peugeot promete lançar carro que usa ar comprimido para se mover (Foto: Divulgação)

O sistema de propulsão via ar comprimido funciona usando uma pequena bomba de ar. Ela é movida pela energia cinética das frenagens do automóvel, e o gás é comprimido em tanques, que funcionam como os acumuladores de um sistema hidráulico (acumuladores são tanques que armazenam a energia potencial do gás bombeado pelos freios).

Essa energia potencial pode ser liberada pelo carro em situações de necessidade, permitindo que o carro seja movido por ar comprimido, motor a combustão ou com os dois sistemas simultaneamente.

Motores e sistemas que funcionam com acumuladores hidráulicos geram muito calor e há riscos no sistema, como rompimento dos tanques e o fato de que, para gerar mais pressão, as frenagens precisam ser progressivas. Isso explica a necessidade de que os carros que usem sistemas de ar comprimido tenham capacidade de frenagem levemente reduzida.

Mas, quando colocada em comparação com as soluções elétricas para propulsão de veículos, o sistema a ar é mais sustentável. Baterias são feitas de elementos tóxicos e escassos, e custam muito caro. Além disso, a tecnologia de baterias disponível hoje não permite que um carro elétrico alcance modelos a combustão em termos de autonomia.

O sistema híbrido a ar impacta menos no ambiente, é muito mais barato e a tecnologia de acumuladores, conversores de pressão e bombas existe desde o alvorecer da Revolução Industrial. Hoje, por exemplo, é possível bombear concreto ao topo de arranha-céus em construção com o mesmo princípio de motor, bomba de ar e cilindros. Edifícios como o Burj Khalifa, de 830 m, não seriam possíveis sem esse tipo de sistema.

sábado, 12 de janeiro de 2013

App de fotos para iPad

O aplicativo do 500px, a rede social para fotógrafos, foi removido da App Store nesta semana pelo execesso de imagens contendo nudismo que estavam sendo publicadas pelos usuários. A Apple tem uma política extremamente restritiva quanto a este tipo de material e entrou em contato com os desenvolvedores responsáveis pelo software para comunicar a exclusão do programa.

App 500px foi excluído da App Store (Foto: Reprodução / Gizmodo)

Antes da decisão, a Apple já havia tentado realizar algumas modificações no 500px, mas de pouco adiantou. A atitude da companhia da maçã gerou polêmica pela Internet, já que a empresa alega que é muito fácil buscar conteúdo de nudez no serviço – o que não é bem verdade, já que para fazê-lo é preciso alterar as configurações de busca na versão web da rede social. Além disso, as fotos normalmente configuram nudez artística, e não pornografia explícita. Estes argumentos, no entanto, não convenceram a empresa de Cupertino.

“O app foi removido da App Store por exibir imagens e materiais pornográficos, uma clara violação das nossas regras. Nós também recebemos reclamações de alguns clientes sobre possível pornografia infantil. Já havíamos pedido ao desenvolvedor para garantir que houvesse alguma medida para evitar o uploaddeste tipo de material no aplicativo”, diz um comunicado oficial da Apple.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

The Ugly Truth

O britânico Rut Mackel é o responsável por um ensaio bastante divertido em que modelos tiveram que fazer caretas pressionados contra um vidro. Sem qualquer tipo de manipulação digital, Mackel registrou os semblantes nada simpáticos ou fotogênicos das pessoas no ensaio “The Ugly Truth”.

Modelo pressiona rosto contra o vidro para deformar seus traços em "The Ugly Truth" (Foto: Rut Mackel)

“Nosso rosto é o símbolo na nossa identidade. É espelho de nós mesmo, mas também pode ser uma máscara, pois reflete mas também distorce o que somos”, explica o fotógrafo sobre o conceito do projeto.

Para ele, o ensaio explora a beleza e a feiura que existe dentro de todas as pessoas. Durante as fotos, Mackel questionou como alguém reagiria, por exemplo, se essa deformação fosse permanente em seu rosto. “Essa mudança drástica e momentânea capturada nas imagens pode revelar muito sobre nossas emoções”, disse em seu site.
Homem com rosto deformado pelo vidro em projeto fotográfico (Foto: Rut Mackel)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Air Drive

Já imaginou se todas aquelas previsões mirabolantes do século passado para os anos 2000 tivessem se concretizado? Bem, entre empregados robôs, turismo intergaláctico e outras coisas, também teríamos os tão sonhados carros voadores. E foi o que o fotógrafo francês Renaud Marion fez na série “Air Drive”, que traz modelos de automóveis que já existiram, mas na sua versão sem rodas.

Fotógrafo imaginou o luxuoso Jaguar XK120 em versão flutuante (Foto: Renaud Marion)

As fotos, dignas de uma versão retrô do desenho "Os Jetsons", trazem exemplares históricos como o possante Jaguar XK120, o imponente Chevrolet Camaro e o clássico Cadillac DeVille. O trabalho remete a um futuro que não se concretizou, mas não deixa de ser curioso poder enxergar carros que hoje em dia já são antigos com esse ar futurístico.
Mesmo sem rodas, modelo SL 300 da Mercedez-Benz não perderia ar retrô marcante (Foto: Renaud Marion)
O possante Chevrolet Camaro ficou mais suave sem as rodas (Foto: Renaud Marion)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

GravityLight oferece energia limpa

Um inovador projeto beneficente chamado GravityLight está sendo apoiado pela Indiegogo, uma empresa internacional de crowdfunding. O principal objetivo dessa empreitada é levar luz elétrica barata e limpa para regiões com altos índices de miséria, como certos países da África e da Ásia.

Projeto GravityLIght propõe energia elétrica limpa e barata (Foto: Divulgação)


A matéria-prima do dispositivo, além de abundante, assombra pela simplicidade: a gravidade. O GravityLight funciona com um peso de 9 kg conectado a uma luz de LED. Para que esta luz acenda é preciso levantar o peso até próximo da lâmpada. Enquanto este estiver descendo, haverá energia elétrica alimentando a luminária.
Dispositivo instalado e funcionando com pesos (Foto: Divulgação)


Segundo os londrinos Martin Riddiford e Jim Reeves, desenvolvedores do projeto, nos 3 segundos em que a pessoa perde para levantar o peso estão garantidos entre 18 e 30 minutos de iluminação – dependendo da potência em que a lâmpada estiver.

O objetivo principal do projeto é extinguir o uso de lâmpadas de querosene, também conhecidas como lampiões e lamparinas, que ainda são muito utilizadas em países em desenvolvimento. A queima deste combustível fóssil é prejudicial não só ao meio ambiente como também à saúde das pessoas – e ainda possui um potencial risco de causar incêndios.

Outro fator importante é o baixo custo de produção do aparelho. Em média, a despesa na construção de cada unidade é de R$ 20, mas a intenção dos fabricantes é baixar este valor para até R$ 10.
Luz gerada pelo GravityLight (Foto: Divulgação)


O projeto recebeu mais de 6 mil doações, e conta com quase US$ 400 mil para produzir os primeiros mil aparelhos – quase sete vezes além do necessário. A entrega destas lâmpadas está prevista para março de 2013. Agora é esperar e torcer pelo seu sucesso.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Dujour

O Dujour é um aplicativo para iOS (iPhone, iPad e iPod touch) voltado para o compartilhamento de fotos de roupas, acessórios e itens que estejam na moda. No mesmo estilo do Instagram, mas sem os filtros, a ideia do app (e rede social) é reunir fotos que mostram como as pessoas se vestem diariamente.

O Dujour têm recursos específicos para conteúdo de moda (Foto: Divulgação)

O que faz do Dujour um app único é seu segmento. Diferente do Pinterest, ele é feito para quem quer compartilhar e acompanhar especificamente tendências de moda. Algumas de suas funções chamam atenção, como a que permite inserir a marca de cada peça do “look”, possibilitando a navegação por grifes específicas. Outra função importante é um editor de imagens que faz composições com várias fotos, em detalhe e plano aberto, por exemplo.

A linha do tempo principal, chamada Trensetter, reúne feeds com pessoas e looks que são mais populares entre os usuários. Mas além da lista principal, possível criar outras mais específicas, montando seu próprio guia de estilos. Você também pode seguir pessoas, fazer buscas, favoritar e compartilhar os “looks do dia” em outras redes sociais.

O Dujour, da Kinda, foi desenvolvido por três brasileiros. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente para aparelhos da Apple com sistema iOS versão 5.0 ou superior.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Cadillac lança ELR

A Cadillac lançou o novo cupê ELR no Salão de Detroit. O automóvel é baseado na mesma plataforma do Chevrolet Cruze, mas traz um ar mais sóbrio, mais conforto e deverá ter preço mais alto. Híbrido, o ELR possui um motor elétrico de 207 cavalos, que consome a energia disponível na bateria de 16,5 kWh em até 65 km.
Cupê ELR de duas portas traz luxo e sofisticação ao mundo dos híbridos (Foto: Reprodução)

Esgotada a energia elétrica, um motor a combustão de 1,4 L é acionado para recarregar a bateria. Nessas disposições, de acordo com a Cadillac, o ELR pode chegar a até 480 km de autonomia total. A Cadillac fez questão de destacar que o modelo tem o mesmo torque de um BMW M3 (versão esportiva do sedã compacto da marca bávara): 40 kgfm.

Embora a companhia não tenha dito nada sobre o desempenho do carro na hora de ir do 0 a 100 km/h e nem sobre sua velocidade final, a partir de informações como peso, coeficiente aerodinâmico, potência e tamanho das rodas, alguns sites automotivos especularam que o modelo deve levar de 6 a 7 segundos para ir da imobilidade aos 100 km/h.

Veículos pensados para rodar com energia elétrica ainda possuem suas limitações. Caso o motorista abra mão de recarregar o a bateria com o motor a combustão e resolva plugar o carro na tomada, levará um total de 4 ou 5 horas para carregar completamente numa bateria de 240 volts (padrão norte-americano). Se a tomada for de 120 volts, a espera é bem maior: até 12 horas.
Interior do ELR tem conforto e tecnologia (Foto: Reprodução)

Trabalhando com a Associação Americana de Cegos, a Cadillac desenvolveu um tipo de buzina específica para alertar pedestres em cruzamentos. O aviso sonoro pode ser comandado diretamente pelo motorista.

No interior, a Cadillac mantém o compromisso de seus lançamentos mais recentes, criando um ambiente envolvente para o motorista, com destaque especial para a central de informação e entretenimento CUE, localizada no console central. O carro deve chegar aos vendedores no começo de 2014 e estima-se que vá custar US$ 50 mil.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Stow

O Stow é mais um aplicativo voltado para usuários de dispositivos iOS que estão sempre viajando, mas pode ser o mais útil dentre todos. O app, recém-lançado na AppStore, auxilia o usuário a fazer as malas e não esquecer nada que deve levar em sua próxima viagem. Ele cria listas de objetos para garantir que você fez sua mala da melhor maneira possível.

Stow, para iOS, faz lista de objetos para levar em viagens (Foto: Divulgação)

O funcionamento do programa é bem simples. O primeiro passo é escolher uma opção de viagem: para a praia, viagem de negócios, acampamentos e etc. Depois disso, você escolhe um título e uma foto para seu passeio, estipula as datas e, finalmente, começa a fazer sua lista.

Cada tipo de viagem tem uma lista de objetos pré-definida, mas você pode customizá-la adicionando ou removendo itens. Entre as opções, estão a de arrumar a mala de acordo com o clima do local que você vai visitar: calor, frio, chuva e neve são as condições de tempo disponíveis.

O Stow pode ser baixado por US$ 1,99 (R$ 4, aproximadamente) e só está disponível para dispositivos com o iOS 6, sendo otimizado para o iPhone 5. O app ainda conta com uma ferramenta para calcular quantas roupas você precisa levar para uma viagem - pré-determinando o número de dias que vai passar no local - e permite compartilhamento das listas por e-mail.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Peixe robótico

Imagine um robô com formato de peixe capaz de detectar substâncias tóxicas em rios e lagos. Essa foi a tecnologia que cientistas da Michigan State University (MSU) desenvolveram com o propósito de analisar a pureza da água em ambientes aquáticos. Batizado de Grace, o aparelho é equipado com uma série de sensores que permitem a coleta de dados sobre temperatura e qualidade do recurso.

Grace é equipado com uma série de sensores que permitem a coleta de dados sobre temperatura e qualidade do recurso (Foto: Divulgação)

Projetado e construído por Xiaobo Tan, professor de engenharia elétrica e informática da MSU, e sua equipe, o peixe tem dois tipos de locomoção: nadar e deslizar. Desta forma, o aparelho consegue viajar longas distâncias de forma energeticamente equilibrada, ou seja, com menos possibilidade da bateria ser descarregada.

“A natação exige um constante bater de cauda, o que poderia acarretar em uma perda constante de bateria. Por essa razão, elaboramos uma forma de fazer com que o aparelho deslizasse também, a fim de evitar transtornos por causa da bateria” – disse Tan.

De acordo com o professor, o robô consegue deslizar através de uma bomba que empurra a água para dentro e fora do peixe. Além disso, a embalagem da bateria fica dentro de uma espécie de trem que se move para frente e para trás, em sincronia com a ação de bombeamento. Tal exercício permite que o robô deslize através da água em um caminho desejado.

No final de 2012, Tan e sua equipe de pesquisadores levaram Grace para um test drive no rio Kalamazoo e a tecnologia superou todas as expectativas. Segundo o professor, o sensor conseguiu detectar os locais onde houve derramamento de petróleo em 2010.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Aplicativo transforma iPhone em baralho

Da próxima vez que for reunir seus amigos para um jogo de pôquer, peça para que eles levem seus iPhones. Um novo aplicativo chamado Bold Poker transforma dispositivos iOS(iPhones, iPods touch e iPads) em baralhos virtuais para jogar pôquer de verdade. O game segue o estilo variante mais popular, o Texas Holdem, e suporta até 12 jogadores de uma só vez.
Bold Poker transforma iPhone e iPad em baralhos digitais (Foto: Divulgação)

“É tudo tão parecido com um jogo com cartas reais que novos jogadores imediatamente entendem como ele funciona”, afirma a equipe desenvolvedora no site do Bold Poker.

O Bold Poker custa US$ 3,99 (cerca de R$ 8) e está disponível na AppStore brasileira. O app foi projetado para jogos de pôquer em grupo, com os participantes interagindo em um mesmo local físico, usando o iPhone para dispensar as cartas tradicionais. As fichas de aposta, porém, continuam sendo necessárias.

Como funciona o pôquer no iPhone

Um dispositivo móvel com iOS, de preferência um iPad, funciona como “a mesa” e exibe as cinco cartas de cada um dos jogadores. Ele é sincronizado com todos os iPads e iPhones que estão no jogo, preservando a atmosfera tradicional. Um botão em forma de ficha indica o “dealer” e dispensa o embaralhar das cartas. Já a conexão Wi-Fi é indispensável. São necessários no mínimo três dispositivos iOS para jogar.

Na ausência de um iPad, os jogadores podem improvisar a mesa com iPhones ou iPods touch extras. A equipe deixa ainda uma dica para aqueles jogadores mais preocupados em revelar a sua mão no manusear do smartphone e de suas cartas, é possível dar uma “espiada segura” inclinando o dispositivo e refletindo uma imagem das cartas sobre a mesa.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

IPhone perde liderança para xing-ling

A Apple foi superada no mercado chinês por uma empresa com apenas 1% do seu tamanho. A China Wireless Technologies desbancou o iPhone, que antes figurava como o favorito no país, com seu "xing-ling” Coolpad 8060. O aparelho custa cinco vezes menos que o modelo da Apple, que atualmente aparece somente na sexta colocação entre os aparelhos mais populares da China.
CoolPad deixou o iPhone para trás no mercado chinês (Foto: Divulgação)

Vendido por 619 yuan (cerca de US$ 100, ou R$ 200), o "xing-ling" é um sucesso, e reflete a tendência dos mercados emergentes, onde o padrão elevado dos produtos da Apple não condiz com a realidade. Assim, os aparelhos da companhia norte-americana começam a perder espaço para modelos mais modestos. A projeção é que o Coolpad 8060 venda cerca de 28 milhões de unidades no país em 2013, enquanto o iPhone amarga o sexto lugar de vendas no ranking local.

A queda da popularidade da Apple é um sinal muito ruim para a empresa, já que a China é hoje o maior mercado potencial de dispositivos móveis do mundo. Outras multinacionais, como a Samsung, ZTE e Lenovo, também ultrapassaram a gigante de Cupertino, aproveitando a onda dos smartphones simples e baratos.

Esta, aliás, não é a primeira "derrota" recente da companhia da maçã. No Japão, situação semelhante aconteceu com o iPad, que perdeu o primeiro lugar nas vendas para o Nexus 7, do Google, que custa US$ 130 (cerca de R$ 260) a menos que o iPad mini, que é o tablet mais barato da empresa norte-americana.

No início do mês, boatos davam conta de que a Apple planejava lançar um modelo popular do iPhone voltado justamente para os mercados emergentes, como China, Índia e Brasil. No entanto, a notícia foi desmentida pelo vice-presidente de marketing da companhia, Phil Schiller. De acordo com o executivo, aparelhos baratos "nunca serão o futuro dos produtos da Apple".

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Simulador de 'contrações do parto'

Qual homem nunca ouviu uma mulher dizer o quão sortudo ele era por não ter que sentir as dores do parto? Trabalho exclusivo do antes tido como “sexo frágil”, a experiência foi simulada por dois apresentadores de um programa holandês. O vídeo foi parar no YouTube na semana passada e já conta com mais de 2 milhões de visualizações.

Dennis Storm e Valerio Zeno sentem as dores do trabalho de parto (Foto:Reprodução/YouTube)

Com auxílio de um enfermeira, eletrodos foram coladas no abdômen de cada um. Durante duas horas, Dennis Storm e Valerio Zeno sentiram desde o início das contrações mais leves até os momentos intensos do trabalho de parto.

“Você acha que a dor vai nos fazer gritar?”, perguntou Zeno antes no início do processo. “Com certeza irá”, respondeu sem dó a enfermeira. E ela não estava mentindo. Zeno ainda se questionou se gostaria que sua mulher, que ainda não teve filhos, experimentasse a mesma dor.

A tranquilidade no início e as risadas logo derem lugar a gritos de dor, enquanto a equipe de filmagem se divertia com a cena. No fim, os dois mostraram que não são tão machos quanto as corajosas mulheres que diariamente dão luz aos seus bebês. Um deles precisou respirar com ajuda de máscara de oxigênio, enquanto o outro não aguentou e levantou da cama.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Conceito de capa transforma iPhone

Um novo acessório promete tornar o iPhone mais amigável para crianças. Batizado de ACA Camera Kit, o projeto busca apoio no site de crowdfunding Kickstarter para sair do papel. Ele “transforma” o celular em uma máquina fotográfica digital infantil.
Projeto ACA Camera Kit transforma o iPhone em câmera adaptada para crianças (Foto: Divulgação)

A capa é feita de borracha, muito resistente, e disponível em várias cores. A ideia é estimular a criatividade das crianças para fazer fotos ou vídeos, mas sem correr riscos de danificar o aparelho. O acessório ainda tem também diversas opções de “filtros” para as lentes, tornando as fotografias mais divertidas e personalizadas.
Com visual agradável, ACA Camera Kit promete tornar os pequenos em fotografia (Foto: Divulgação)

Por meio de um aplicativo gratuito, os pais podem deixar a utilização do acessório já configurada para os filhos brincarem. O conceito e design da capa foram feitos em junho de 2012 e agora, seis meses depois, após criarem protótipos e testarem o produto, eles estão buscando o apoio de possíveis futuros usuários para financiá-lo.

O projeto, porém, está longe de ser concretizado. O montante solicitado pelos responsáveis pelo case é de US$ 85 mil (cerca de R$ 170 mil). Até o momento, faltando 24 dias para o fim da “vaquinha virtual”, eles arrecadaram somente pouco mais de US$ 4 mil (algo em torno de R$ 8 mil), vindos de 73 doações.