Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
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terça-feira, 16 de abril de 2013

Caminhão de lixo elétrico

Combinando diferentes desenhos de caminhões de coleta de lixo, o designer polonês Michał Markiewicz desenvolveu o Multifunctional Waste Collection Vehicle, um conceito elétrico multifuncional. O veículo contaria com as mais recentes tecnologias limpas e agregaria funções mais adequadas ao atual ambiente urbano e a áreas verdes.
O projeto do caminhão multifuncional mostra um veículo pequeno e leve, com o espaço bem otimizado (Foto: Divulgação)

O caminhão teria dimensões reduzidas e um design estreito o suficiente para facilitar o acesso a diferentes áreas da cidade. O veículo ainda seria capaz de fazer coleta seletiva de lixo de forma eficiente, contaria com recursos para limpar e varrer as vias e retirar a neve acumulada em calçadas.

O motorista ficaria em uma cabine grande e espaçosa com saída para ambos os lados. Ele teria a opção de ficar em pé ou em um banco que o deixaria numa posição semi-vertical, como uma forma de aliviar suas articulações e permitir que se desloque rapidamente para realizar os serviços fora do caminhão.
O desenho do assento do motorista foi pensando de uma forma prática e eficiente para otimizar seus serviços (Foto: Divulgação)

Pequeno e leve, o veículo seria alimentado por uma bateria elétrica ecológica, o que o tornaria mais econômico. Isso ainda permitiria que o exemplar fosse mais silencioso que a maioria dos modelos de caminhões de coleta de lixo que circulam atualmente.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Sustentabilidade

Smartphones e sustentabilidade estão na moda. Então, por que não juntar as duas coisas? É o que propõe esses oito carregadores, que utilizam a luz solar para carregar o seu iPhone,Android e Windows Phone. Todos os dispositivos já estão à venda e podem ajudar naquele momento de "desespero" em que a bateria do celular acaba, alguns deles podem até ser utilizados para decorar a sua casa. Confira a lista:

1. SLXtreme
Snow Lizard SLXtreme Case é à prova d'água e faz recarga pela luz solar (Foto: Divulgação)


Compatível com iPhone 4, 4s e 5, o SLXtreme tem as laterais emborrachadas e é o carregador ideal para quem gosta de fazer trilhas. O acessório é à prova d’agua e pode ser utilizado em até dois metros de profundidade, com direito a botão obturador integrado para fotos subaquáticas. A bateria integrada dobra o tempo de vida útil do smartphone e é revestida por uma caixa de policarbonato. Ela é mesmo poderosa: aguenta sete horas de conversa e 11 de reprodução de vídeos. Tantos adjetivos compensam o preço: R$ 129,99
2. Altoids Solar USB Charger
Altoids Solar USB Charger parece uma lata de sardinha, mas mantem o celular ligado por dois dias (Foto: Divulgação)

O Altoids Solar não tem múltiplas funções como o SLXtreme. No entanto, o ponto forte do aparelho está no tempo em que ele mantém o celular ligado: dois dias ou mais! Portátil, o dispositivo usa baterias AA e quase lembra uma lata de sardinha, só que bem mais charmosa. Mas e se faltar sol? Não é problema para ele. Duas pilhas recarregáveis o acompanham e servem como fonte de energia. Preço: R$ 34,99

domingo, 14 de abril de 2013

Barco solar

O MS Turanor PlanetSolar é maior navio solar do mundo e, agora, ele será usado pela ciência. A embarcação elétrica se fez aos mares com um time de cientistas, que irão estudar a Corrente do Golfo, um fenômeno das águas do Atlântico e que afeta diretamente o clima da América do Norte e da Europa. O objetivo é compreender melhor os processos que impactam o clima global.
Turanor fará viagem para entender o impacto do Atlântico Norte no clima (Foto: Divulgação)

O uso de um navio movido a partir de energia coletada do sol não é apenas uma decisão de marketing para trazer visibilidade ao estudo. De acordo com os cientistas, a escolha pelo catamarã elétrico tem impactos nos resultados que serão obtidos em campo: como o navio se move apenas pela eletricidade, ele não emite gases poluentes, que poderiam interferir nas medições e causar distorções nos resultados do estudo.

No navio, equipes de biólogos e físicos usarão equipamentos para medir as condições da atmosfera e das águas durante a viagem. Além disso, pesquisas de interesse oceanográfico serão realizadas ao longo do percurso.

Mantido pela Universidade de Genebra, o Turanor navega com cores suíças e foi lançado, pela primeira vez às águas, em 2010. A primeira tarefa do navio foi realizar uma viagem de volta ao mundo, que durou 19 meses, aventura que concluiu em 2012, se tornando o primeiro barco elétrico a circum-navegar o globo. O navio tem 31 metros de comprimento, 500 metros quadrados de paineis solares e pode atingir velocidades de até 14 nós, algo equivalente a 26 km/h.

A nova viagem, de pesquisa das correntes atlânticas e seus impactos no clima, dão ao navio uma sobrevida e uma aplicação prática. Desde que havia encerrado sua viagem de circum-navegação, o Turanor passava seus dias estacionado num estaleiro francês.

sábado, 13 de abril de 2013

Bubba's Hover

O jogador de golfe profissional Bubba Watson se associou à fabricante Neoteric Hovercraft para divulgar um novo meio transporte para campos de golfe: o BW1, um veículo capaz de flutuar sobre diferente tipos de superfícies. O vídeo promocional já teve mais de sete milhões de visualizações e a criação passou a ser chamada de "Bubba's Hover" ou o Hover do Bubba, em português.

No viral, é possível ver o atleta conduzindo o veículo e atravessando vários tipos de terrenos, como gramados, solos arenosos e até pequenos lagos. “Vamos passar sobre os obstáculos de água, sair na grama do outro lado, colocar a bola no buraco, e em seguida, dirigir de volta pela barreira de água. Quem não quer fazer isso?”, diz Watson durante a gravação, entusiasmado com a invenção.
Bubba's Hover é um sucesso na internet, seu vídeo tem mais de 7 milhões de visualizações (Foto: Divulgação/Neoteric Hovercraft)

O BW1 tem mais de 2,5 m de comprimento, mas, segundo Chris Fitzgerald, presidente da Neoteric Hovercraft, exerce um impacto sobre a superfície 33 vezes menor do que a pressão gerada por uma pisada humana.
O exemplar exibido no vídeo é resultado de alterações feitas no modelo básico do veículo, que custa entre US$ 16 mil (R$ 32 mil) e US$ 20 mil (R$ 40 mil). A empresa incluiu vários instrumentos especiais, como por exemplo, um rotor de redução de ruído, elevando o preço para, aproximadamente, US$ 50 mil (R$ 100 mil).

O sucesso da divulgação foi tanto que, em uma declaração para o site Business Week, um porta-voz da empresa disse que foram recebidas mais de 500 ligações de interessados no meio de transporte. Destas, 150 foram pedidos de compra sérios, entre eles o de um australiano, que deseja adquirir cem unidades.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Folha artificial

O bioquímico Daniel Nocera anunciou na última semana a mais nova versão de uma interessante fonte de energia limpa, a “folha artificial”. Copiando a fotossíntese realizada pelas plantas, a invenção funciona transformando a luz do sol e a água em energia.
A folha artificial (Foto: Reprodução/ Mashable)

Feita em uma estrutura de silício na forma de uma pastilha, a “folha artificial” funciona dentro de um tanque de água separando o hidrogênio do oxigênio, e armazenando-o em uma célula de combustível. Desta forma, uma única pastilha destas pode gerar até 100 watts de energia em tanque com um litro de água de forma contínua, 24 horas por dia.

Lançado em 2011 pelo próprio Nocera, o primeiro modelo da “folha artificial” só conseguia gerar energia se utilizasse água limpa – recurso é tão ou mais essencial do que a necessidade de produzir bioenergia. No entanto, a recém-lançada versão da pastilha de silício foi melhorada podendo realizar seu processo utilizando água impura e realizando uma espécie de higienização espontânea, impedindo que bactérias se proliferem.
(Foto: Reprodução/ Mashable)

Daniel, que vem trabalhado nesta invenção há décadas, declarou em um recente encontro na Sociedade Americana de Química que está inovação é importante e diminui suas preocupações com a aplicabilidade do uso da “folha artificial” em áreas remotas e em países em desenvolvimento.

“A higienização espontânea permite que a folha artificial funcione em reservatórios de águas impuras e contaminadas por bactérias no meio ambiente”, afirmou o bioquímico para o site Mashable. Agora, Nocera analisa a viabilidade de pastilhas mais baratas e menos eficiente, mas com o mesmo resultado. E o cientista ainda brincou, “É como oferecer um fast-food de energia”.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Tela touchscreen

Desenvolvido por duas designers, Manuela Donoso e Crys Moore, o “Fish Tank Interactive” é uma experiência que transforma um recipiente com água em um ambiente sensível ao toque. A invenção simula uma espécie de aquário virtual com peixes pixelados que interagem com os usuários.

O "Fish Tank Interactive" copia o comportamento de cardumes de pequenos peixes em busca de comida (Foto: Divulgação/ Manuela Donoso)

O experimento não é o primeiro a explorar a superfície da água como uma tela touchscreen, mas, diferente dos projetos anteriores, consegue ser executado sem o uso de qualquer tipo de monitor ou tela. Os “cardumes” são exibidos por meio de um projetor de curto alcance instalado na base do tanque, de forma que os movimentos sejam capturados por uma Webcam HD.

A câmera é conectada a um laptop com softwares de processamento capacitados para interpretar e responder às ondulações geradas pelo toque de dedos na água. Desta forma, quando os usuários passam as mãos pela superfície, círculos azulados são formados, atraindo os “peixinhos”, representados por pontos de cor laranja.
O experimento funciona com um laptop conectado a um projetor de curto alcance no fundo de um tanque de água e uma webcam HD (Foto: Divulgação/ Manuela Donoso)

Em uma entrevista para o site The Verge, Manuela Donoso declarou que o “Fish Tank Interactive” funciona da mesma forma que “um botão no iPhone ou em qualquer outro dispositivo com tela touchscreen”. Levando em consideração que o experimento acompanha as alterações medidas na ondulação da água, os displays de smartphones seguem o mesmo princípio, interagindo com as mudanças detectadas em termos de cargas elétricas.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Carro de corrida

Desenvolvido pela Universidade de Birmingham e pela Westfield (uma preparadora de carros de competição), o iRacer pode ser o primeiro veículo de corrida elétrico a que pessoas comuns tenham acesso. O projeto permite que um kit seja adquirido pelo consumidor para montá-lo em casa. O preço estimado é de R$ 40 mil.
Monoposto pode ser construído com motores elétricos ou a combustão (Foto: Divulgação/Birminghan City University)
O carro de apenas um lugar foi projetado para ser construído com um conjunto de motor e câmbio que permitem aceleração de 0 a 100 km/h em apenas cinco segundos. O motor, cuja potência é de 132 cavalos, oferece torque de 76 mkgf, o que explica a aceleração vigorosa, a despeito da potência relativamente baixa. Na configuração original, o iRacer alcança 185 km/h, limitados eletronicamente (correndo solto, chega a 225 km/h).
Um grande problema de automóveis pensados em torno de sistemas de propulsão elétricos é o peso. As baterias costumam ser bem pesadas, o que compromete o desempenho de veículos de corrida. O carro tem 780 Kg, carga relativamente alta para um motor de 132 cavalos e baterias que permitem apenas 25 minutos de diversão.
Ciente destes problemas, a Westfield pretende vender o iRacer sem motor e câmbio, para que os consumidores os adaptem às suas necessidades. No contexto inglês, onde o automobilismo é um esporte mais popular e acessível, a ideia de ter seu próprio monoposto para acelerar nos diversos autódromos da região é bastante interessante. Além disso, a Westfield tem em vista vender o modelo para interessados em promover uma categoria que use apenas carros elétricos.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Honda

A Honda desenvolveu uma nova tecnologia que vai ajudar a prevenir acidentes no tráfego pesado das grandes cidades. O City-Brake Active System está pronto para chegar aos carros da companhia e opera apenas em velocidades inferiores a 28 km/h. Seu principal objetivo é evitar colisões de trânsito em cidades, quando é normal que o motorista, distraído, acerta a traseira do veículo da frente.

Tecnologia pode evitar que as comuns colisões traseiras aborreçam a vida dos motoristas (Foto: Divulgação/Honda)

O sistema funciona identificando riscos iminentes de batidas através de sensores, que monitoram a distância entre os carros, além de dados em tempo real sobre seu comportamento dinâmico, como velocidade, rotação do motor, aceleração e índice de frenagem. A tecnologia da Honda tem recursos para prevenir que, em uma fila de pedágio ou num estacionamento, por exemplo, um aumento de velocidade súbito cause um acidente.

A ferramenta funciona na faixa que vai da imobilidade aos 9 km/h. Quando o sistema observa que o motorista pisou muito fundo no acelerador, e há um carro a menos de 4 m à frente, são emitidos avisos visuais e sonoros. Como último recurso, o sistema consegue diminuir a potência do motor entregue às rodas motrizes para reduzir a aceleração e impedir a colisão.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

iPhone 6 sem botão

O site norte-americano "Dvice" convidou o especialista em design em 3D Martin Hajek para criar conceitos do que pode ser o iPhone 6. Martin acertou em cheio o design do iPad Mini e aposta em algumas mudanças para a próxima geração de smartphones da Apple.

Conceito do iPhone 6 ao lado do atual iPhone 5: perda do botão home e aumento da tela (Foto: Martin Hajek/Divulgação)

A primeira alteração é o aumento no tamanho da tela de 4 para 4,8 polegadas. Isso, porém, não significaria um aparelho maior: a intenção é aproveitar melhor a superfície do aparelho, ponta a ponta, na horizontal. Para isso, Martin retirou o botão “home” e diminuiu as bordas.

Além do iPhone 6, Martin propôs um novo aparelho, batizado por ele de iPhone X. A ideia é criar um smartphone básico, menor do que o atual iPhone 5. O desenho do aparelho segue a mesma lógica apresentada anteriormente e, por isso, embora tenha o mesmo tamanho de tela do atual top de linha da Apple, o aparelho se mostra menor.
iPhone X, iPhone 5 e iPhone 6 em imagem criada pelo designer (Foto: Martin Hajek/Divulgação)

Ambos os conceitos levam em consideração o design da quinta geração do iPod Touch, incluindo o acabamento em alumínio e botões de volume modificados. As ideias propostas por Martin Hajek se baseiam na evolução histórica dos aparelhos da Apple. Deve-se considerar que fazer um projeto em 3D, somente do visual do aparelho, é mais fácil do que colocar todo o sistema em prática e funcional como design e para reprodução em série.

domingo, 7 de abril de 2013

Controle de aviões


Os smarpthones Android já são capazes de controlar alguns eletrônicos, como TVs e consoles, mas o consultor de segurança da n.runs AG, Hugo Teso, conseguiu uma façanha. Com um simples aplicativo e um aparelho com o sistema operacional da Google, ele mostrou como seria possível tomar o controle de um avião.

Pesquisador tomou o controle de aeronave através de um smartphone Android em simulação (Foto: Reprodução/stock.xchng)

O aplicativo, chamado de PlaneSploit, possui uma interface limpa e simples, porém, cheia de recursos. Ele usa o rastreador de voo Flightradar24 Live, que permite ao invasor tome qualquer avião encontrado. A façanha foi feita em um ambiente simulado, mas o perigo é bem real. O aplicativo de Teso permite fazer a seleção de um novo destino para o voo, fazer piscar as luzes internas da aeronave, soar alarmes e até mesmo chocar-se contra o solo.

O consultor, que trabalha na área de TI há 11 anos e foi piloto comercial, combinou seus dois interesses para mostrar como anda segurança de sistemas de aviação e protocolos de comunicação. Para conseguir controle de um avião, ele explorou os serviços Automatic Dependent Surveillance Broadcast (ADS-B) eAircraft Communications Addressing and Reporting System (ACARS), responsáveis por comunicações com sistemas externos relacionados ao controle da aeronave.

Com base em sua própria pesquisa, Teso desenvolveu uma estrutura chamada de SIMON, feita para trabalhar apenas em um ambiente virtual, ou seja, que não pode ser usado em aeronaves da vida real. Seu laboratório de testes consiste em uma série de produtos de software e hardware, mas os métodos de conexão e de comunicação, bem como formas de exploração, são absolutamente os mesmos encontrados em um cenário do mundo real.
A boa notícia é que existe uma solução em caso de um ataque desse tipo. Teso afirmou que o ataque só funciona enquanto o piloto automático estiver ligado. A saída, então, é desligá-lo para recuperar o controle do avião e aterrissar com segurança, usando instrumentos analógicos. Mas antes, é necessário que os pilotos detectem que o computador do avião está sendo hackeado, algo que normalmente eles não fazem e, ainda que fizessem, não seria uma tarefa fácil.

sábado, 6 de abril de 2013

Honda

Carros elétricos e de alta velocidade ainda não são uma realidade tão próxima do mercado consumidor regular. Porém, projetos conceituais, como o Honda R-EV, criado pelo designer Jex Chau, indicam um caminho para que a ideia possa ser colocada em prática.
Carro conceitual tem visual bem atrativo (Foto: Divulgação)

O nome “R-EV” se dá pelo fato do carro ser uma espécie de híbrido entre um veículo de corrida (Racing) e elétrico (Electronic Vehicle). Seu design arrojado e com traços modernos e futurísticos chamam a atenção. Segundo o site Nascent Array, o automóvel tem um visual “adequado, bem ao atual padrão da Honda". Ele tem ângulos bem agudos, linhas retas decorando a parte lateral e somente duas portas.

Não foram divulgadas informações sobre a potência do veículo, mas a página Eco Chunck destacou a ideia do designer de criar um sistema interativo. O intuito seria de fazer uma parceria com a Sony, fabricante do Playstation, para implantar uma espécie de esquema para organização de corridas ou encontros entre donos dos veículos. O curioso é que seria criado um tipo de “rede social” com pontuações por cada atividade.
Carro é veloz, porém funciona com energia elétrica (Foto: Divulgação)

Com estes pontos, o proprietário poderia misturar o mundo real com o virtual e, assim, teria direito de realizar alguma customização no veículo. Infelizmente, no entanto, o carro é apenas um projeto conceitual e não há previsão de que seja produzido.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Conexões 3G

Já teve os créditos do seu celular torrados por causa do 3G ativado acidentalmente? De acordo com uma nova pesquisa da Actix, que analisa as redes móveis, sete a cada 10 conexões de Internet são ativadas sem o consentimento dos donos dos smartphones. A pesquisa foi realizada com oito operadoras nos quatro continentes: América, Ásia, África e Oceania.

Celulares se conectam ao 3G sem que o usuário saiba (Foto: Allan Melo/TechTudo)

Segundo a Actix, Entre 80% e 85% das conexões de rádio são responsáveis pelos acessos de baixa qualidade dos vídeos em redes móveis. Os smartphones com 3G passam 85% transmitindo dados e somente 10% deles é por voz. Já as redes 4G (LTE) são de melhor qualidade, mas o desafio para o setor, segundo a pesquisa, é lidar com o tráfego de dados quando essas redes também estiverem sobrecarregadas.

As diferenças do uso do 3G entre as marcas

Os usuários de iPhone, da Apple, e dos dispositivos iOS consomem cerca de 30% a mais dados totais e a cada acesso se comparado aos clientes com smartphone Android. Os donos do BlackBerry, por sua vez, usam 50% a menos do que quem tem o sistema operacional do Google.

A pesquisa revelou ainda que, se todos os usuários do BlackBerry migrassem pro Android ou pro iOS, o tráfego de dados 3G aumentaria em 20%. Com novos lançamentos e possíveis novos clientes, a tendência é que isso aconteça, diz a Actix.
O uso de 3G entre os aparelhos

A Actix afirma que tablets são mais afetados por problemas de desempenho do 3G do que celulares comuns. A quantia de tablets também é minúscula se comparada com a de smartphones, embora cerca de 115 milhões de dispositivos tenham sido vendidos, de acordo com a Forrester Research.

As operadoras afirmam que 80% do acesso de dados por redes 3G é feito por smartphones no levantamento. Por esse motivo, os celulares básicos estão perdendo espaço. Esses smartphones fazem entre 3 e 10 conexões 3G por hora, mas 70% dessas ativações ocorrem sem consentimento do usuário.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Nokia com Android

Um hack divulgado na internet transformou um Nokia N9, popular aparelho de 2011 com sistema MeeGo, em um smartphone com Android Jelly Bean. O novo celular, chamado pelo criador de Nexus N9, seria um "celular dos sonhos", principalmente para os usuários fãs da Nokia que sempre quiseram ver um aparelho da marca com o sistema do Google.
Nexus N9, criado por hacker, ao lado do iPhone (Foto: Reprodução/The Verge)

O interessante Nexus N9, pelas configurações de seu hardware criado há quase dois anos, não seria um smartphone top de linha. O Nokia N9, no entanto, está longe de ter especificações ruins: processador single-core de 1 GHz, 1 GB de RAM, capacidade interna de 16 GB e câmera de 8 megapixels. O suficiente para competir ao menos com o iPhone 4 ou Galaxy S2.
Nokia N9 transformado em Nexus N9, com sistema
Jelly Bean (Reprodução/The Verge)

O "aparelho dos sonhos" teria o Android 4.1 Jelly Bean, e pelo que mostra o criador do modelo, a plataforma funciona muito bem no N9. Como o design do modelo - idêntico ao Lumia 800 - é muito bonito e moderno, acrescentar o sistema operacional mais popular do mundo realmente o tornaria um smartphone bem competitivo.

O site The Verge mostrou uma pesquisa de vendas da Tomi Ahonen mostrando que, embora a Nokia tenha adotado o Windows Phone para bater no Android e no iOS, seus celulares só atingem 10% do mercado. A Samsung permanece como uma nova marca forte de celulares, enquanto a Apple mantém o segundo lugar com folga, provando que aparelhos com os sistemas do Google e da Apple ainda são os preferidos do público.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Primeira balsa elétrica será lançada em 2015 na Noruega

A Noruega pretende lançar a primeira balsa elétrica do mundo até 2015. A embarcação ligará as cidades de Lavik e Oppedal, separadas pelo fiorde de Sogn. A balsa terá capacidade para 120 veículos e 360 passageiros e, quando estiver fora de operação na doca, poderá ser recarregada em apenas 10 minutos.

Balsa elétrica deve começar a operar em 2015 (Foto: Reprodução/Dvice)

Com 80 metros de comprimento, a embarcação terá dois motores elétricos de 11 toneladas e atingirá uma velocidade de cruzeiro de 10 nós (aproximadamente 18 km/h). Para chegar a essa velocidade, a balsa precisará de apenas 440 kw da potência total de seus motores, que está estimada em 800 kw.
A potência é baixa quando comparada a uma balsa do mesmo tamanho movida a diesel. No entanto, a economia se explica pelo uso de alumínio em vez de aço na construção do casco e no desenho do barco, que prevê o uso de duas quilhas. Essas opções diminuem peso e arrasto da embarcação na água, possibilitando o uso de motores menos potentes.

O projeto é desenvolvido pela Siemens em parceria com o estaleiro norueguês Fjellstrand. As empresas acreditam que se forem bem sucedidas com a balsa elétrica, nascerá um novo nicho de mercado para embarcações menores totalmente elétricas dedicadas a trajetos curtos.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Conheça o Donut Dust

A frequente troca de lentes de câmeras DSLR pode fazer com que o corpo da máquina fotográfica fique exposto demasiadamente à poeira e outros tipos de sujeira. Pensando nisso, o fotógrafo Tyler Sterbentz desenvolveu o Donut Dust, um simples acessório cujo objetivo é proteger câmeras Canon deste desgaste.
Donu Dust instalado veda conexão entre lente e câmera (Foto: Divulgação)

O acessório é extremamente simples, porém bastante eficaz. Ele não passa de uma camada de borracha bem fina, semelhante a um elástico de prender cabelo, para você colocar em volta da parte da lente que se conecta à câmera. Com isso, o Donut Dust veda a possível entrada de gotas d’água, grãos de areia e poeira no interior da máquina.

O Donut Dust está em leilão no Kickstarter e alcançou a meta estipulada por seus idealizadores de uma maneira surpreendentemente rápida. Em apenas três dias, o acessório já havia arrecadado o triplo do pedido. Tyler Sterbentz queria US$ 2 mil (cerca de R$ 4 mil) e, com 37 dias ainda restando do projeto online, já tem pouco mais de US$ 6 mil (em torno de R$ 12 mil).

Por enquanto, o Donut Dust será fabricado somente para modelos Canon, mas também há planos de lançar o acessório para câmeras da Sony e da Nikon. O preço estipulado do acessório é de US$ 25 (R$ 50), porém quem fizer uma doação de US$ 20 (R$ 40) para o projeto no Kickstarter já garante uma unidade do produto.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Bugatti elétrico

Um grupo de estudantes franceses recebeu a tarefa de criar um supercarro elétrico que despertasse o mesmo fascínio que o já clássico Bugatti Veyron cria. O resultado foi o Bugatti Type Zero, com linhas que remetem ao histórico Bugatti Type 35 dos anos 1920.

Projeto Type Zero se inspira no Bugatii Type 35 dos anos 1920 (Foto: Divulgação)

Se no passado o Bugatti rodava por conta dos esforços de um enorme motor de oito cilindros em linha, o Type Zero sairia da imobilidade graças aos esforços de quatro motores elétricos, dois para cada eixo. Infelizmente, os projetistas se preocuparam mais com a estética e não detalharam a potência do motor e os números de aceleração e velocidade que o Type Zero atingiria.

A falta de detalhamento, porém, não quer dizer que faltou esmero na hora de pensar a tecnologia empregada no automóvel. Como você pode ver nas imagens, os painéis laterais do Type Zero expõem as baterias. De acordo com o projeto, elas seriam removíveis, como num laptop, e adotariam a inovadora tecnologia de lítio-ar. Esse tipo de bateria foi desenvolvido e anunciado pela IBM em 2012. Ao contrário das baterias tradicionais, nela o ar reage com o lítio, criando peróxido de lítio e eletricidade. Além de mais leve e menos tóxica, estima-se que poderia garantir autonomia de 800 km a carros elétricos.
Além de belo, Type Zero esbanja tecnologia (Foto: Divulgação)

Superesportivo, o Bugatti carrega também sistemas de recuperação de energia cinética nas frenagens e tem a carroceria moldada em fibra de carbono. No cockpit, o piloto tem a seu serviço um belo painel com tela de LCD para informá-lo sobre o desempenho do carro.
Projeto francês se inspirou no Bugatti Type 35 de 1924 (Foto: Reprodução)

O Bugatti Type Zero é um exercício de design que se inspira livremente num dos símbolos da marca francesa, o Type 35. O carro histórico colecionou mais de 2 mil vitórias em apenas sete anos, numa época em que não havia Fórmula 1 e as corridas, normalmente, eram disputadas em rodovias por toda a Europa.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Split

O Split é um aplicativo para iPhone, iPad e iPod touch desenvolvido para que duas ou mais pessoas possam fazer a divisão da conta do bar ou do restaurante de forma mais justa, baseado no que cada um consumiu. Desenvolvido pelos brasileiros da 2tap, a ferramenta possui um visual bonito, simples e bem funcional.

Com o Split é possível contas justamente (Foto: Divulgação)

Usar o Split é bem simples, basta selecionar as pessoas que estão com você a partir de seus contatos, adicionar os itens consumidos e seus valores, e depois atribuir quem consumiu o que. O Split faz a conta e ainda calcula a gorjeta automaticamente, evitando que o último a pagar acabe levando a pior.

Atualmente, o Split permite dividir a conta com até oito pessoas, mas a promessa é de que no próximo update seja possível adicionar mais amigos, inclusive fora da lista de contatos, e com a foto correspondente a cada um.

Disponível na App Store por US$ 1,99 (cerca de R$ 4), o aplicativo é compatível com qualquer dispositivo com iOS 5.1 ou posterior, e já está otimizado para a tela do iPhone 5.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Protótipo de smartphone

A empresa taiwandesa Polytron Technologies divulgou imagens do projeto de um novo smartphone totalmente transparente. A iniciativa pode parecer ousada, mas a fabricante prevê que os primeiros aparelhos chegarão às prateleiras ainda este ano. Se você acha que a tela flexível será a próxima grande revolução no mercado de smartphones, espere até conhecer este protótipo.

A partir da imagem ainda é possível visualizar a placa, os chips, cartão de memória e a câmera (Foto: Reprodução)

O novo smartphone apresenta corpo em vidro e uma pequena tela touchscreen, de fato, translúcidos. No entanto, é possível perceber, a partir das imagens, que o aparelho ainda não é totalmente transparente, já que a placa, os chips, o cartão de memória e a câmera permanecem visíveis.

Embora a utilidade de possuir um smartphone transparente seja discutível, é interessante entender algumas das tecnologias utilizadas no protótipo, principalmente a tela transparente sensível ao toque. Porém, de acordo com aPolytron, só o trabalho completo só será divulgado no final de 2013, quando o produto chegar oficialmente ao mercado.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

High-tech

Que tal utilizar o banheiro de uma maneira diferente? Uma privada sanitária high-tech possui iluminação própria e até um controle remoto touchscreen para funcionar sozinha. O assento sanitário Numi, desenvolvido pela Kohler é diferente até no design: Enquanto as privadas convencionais são redondas, ela é quadrada.
Você sabe como será a privada do futuro? A Kohler pensou nisso pra você (Divulgação)

Além desse desenho que chama atenção, o assento vem acompanhado de um controle remoto touch que controla a descarga, limpa o ambiente e até abre a tampa da privada automaticamente.
A privada high-tech é mais quadrada do que as convencionais (Divulgação)

Um dos comandos diferentes que você pode fazer com a privada Numi inclui aquecer o assento antes de utilizá-lo. A ideia é evitar o choque térmico do seu corpo com a superfície fria do vaso sanitário. As opções de descarga, que incluem diferentes pressões, também permitem que o assento cause menos desperdício de água.
A privada high-tech Numi vem acompanhada de um controle touchscreen (Divulgação)

Com tantos recursos tecnológicos, a privada Numi teria qual preço? Ela custa US$ 6390. Sim, para ter um controle remoto touchscreen, aquecimento no assento e diferentes formas de dar descarga, a privada sai por mais de US$ 6 mil. Se ela é econômica no gasto de recursos e de água, o gadget ainda não é econômico no preço.
Numi é uma privada com iluminação própria (Divulgação)

Numi é um equipamento que poderia fazer parte das chamadas “casas inteligentes”, que podem ser controladas por smartphones ou gadgets com touchscreen. Se hoje essa privada é cara e inacessível para muitos, certamente num futuro próximo ela pode ser o equipamento padrão de moradias tecnológicas.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

BlackBerry Z10

O BlackBerry Z10 foi lançado há poucos dias, mas já teve a sua resistência testada em uma sequência de quedas. O aparelho foi jogado no chão de diferentes formas em pisos de vários materiais. Será que o novo top de linha da BlackBerry, antiga RIM, consegue resistir mais que a maioria dos smartphones touch do mercado?
O BlackBerry Z10 teve a tela trincada ao ser jogado no concreto (Foto: Reprodução/YouTube)

Jogado contra um piso de carpete, o BlackBerry Z10 não sofreu arranhões e nem deformações no acabamento. No entanto, um problema foi encontrado: A traseira do telefone ficou desencaixada, mostrando uma vulnerabilidade na montagem do aparelho. Quanto mais alto o celular era arremessado, mais a tampa traseira soltava.

Ao cair num piso de madeira, o Z10 também não sofreu dano algum. A resistência do smartphone nas quedas ocorre por conta dos materiais utilizados em seus componentes. Como sua carcaça é feita de plástico, ela contribui para que o celular não fique com arranhões ao cair em determinados pisos.

No chão de concreto, porém, o BlackBerry Z10 imediatamente ficou com marcas nas bordas e a traseira soltou com facilidade. Quando o smartphone foi jogado da altura da orelha de um dos responsáveis pela gravação, a tela trincou e deixou o smartphone completamente inutilizado, já que ele não possui nenhum botão físico além do display sensível ao toque.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Inteligência artificial

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Tóquio conseguiu fazer com que uma mariposa macho controlasse um robô. O inseto conduziu a máquina ao andar sobre uma esfera com a base emborrachada, que detectava e reproduzia as direções tomadas. O sistema - que tem o mesmo princípio dos antigos mouses - envia os movimentos das patas para um processador, que o interpreta e, a partir dessas informações, move as rodas do robô.

Escolheu-se especificamente uma mariposa porque os machos apresentam um padrão muito preciso no seu caminhar quando detectam o feromônio das fêmeas. Primeiro, eles seguem em linha reta em direção ao seu objetivo, depois em ziguezague e, finalmente, dão uma volta completa de 360º – a chamada “dança do acasalamento”. Dois ventiladores de 40 mm foram utilizados para desviar o ar contendo o hormônio.

A "mariposa-motorista" em ação (Foto: Reprodução/ Dr. Noriyasu Ando)

Segundo o líder da pesquisa, Dr. Noriyasu Ando, o comportamento simples e robusto do rastreamento permite analisar os mecanismos neurais desde um único neurônio até o comportamento global do animal. "Em um segundo momento, criaremos um ‘cérebro artificial’, com base no conhecimento dos neurônios individuais do inseto e dos movimentos monitorados, para ser implantado em um robô”, concluiu o cientista.

A ideia desse estudo é também ajudar a desenvolver padrões de comportamento nos autômatos ao detectarem vazamento de gases e outras substâncias nocivas. Futuramente, o robô deve receber sensores altamente sensíveis, capazes de detectar não feromônios, mas os odores a serem rastreados.

“Ao observar o comportamento da mariposa teremos resultados que indicarão melhor a seleção de sensores e modelos quando aplicarmos o sistema sensório-motor do inseto em sistemas artificiais”, conclui o Ando. O estudo analisou o movimento de 14 mil animais e todos conseguiram guiar o robô da maneira esperada.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Celular de traficante

Um motorista de caminhão reboque, de 19 anos, foi a mais nova vítima da tecnologia na Flórida, nos Estados Unidos. Matthew Dollarhide, que na realidade era um traficante de drogas, vinha tendo uma conversa particular com um passageiro sobre venda de narcóticos, quando o seu celular, que estava no bolso, acidentalmente "ligou" para a polícia, que ouviu todo o papo.
O número da polícia foi digitado pela celular de
traficante (Foto: Reprodução/Phonearena)

O celular teria “digitado” 9-1-1 quando estava no bolso traseiro do rapaz, por coincidência. Ao receber a ligação, a polícia ouviu toda a conversa sobre a transação ilegal de drogas e descobriu que os criminosos estavam dentro de um caminhão de reboque. Então, bastou rastrear o sinal e procurar o veículo para que pudessem checar os fatos.

Matthew, então, foi surpreendido por um policial durante seu trajeto, sendo obrigado a parar no acostamento. A autoridade, então, simplesmente perguntou: “porque vocês estavam falando sobre venda drogas?”.

Matthew, então, acabou sendo detido e preso por tráfico de drogas. Além da evidência da ligação, o rapaz ainda carregava um cachimbo de crack. O que ele certamente não esperava, porém, é que seu próprio celular o tivesse traído.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Galaxy Note explode

Pela segunda vez em um ano, a bateria de um smartphone da Samsung explodiu de repente no bolso de seu proprietário. A nova vítima foi um coreano de 55 anos, morador de Icheon, no interior da Coréia do Sul. Ele carregava um Galaxy Note no bolso de sua calça junto com uma bateria extra, quando a explosão ocorreu. O homem ficou com queimaduras de segundo grau por toda a coxa direita.
Em outro caso, Galaxy S3 ficou bem queimado por
explosão repentina (Foto: Reprodução/AAJ)

Apesar de não ter recebido uma queixa oficial pelo caso, a Samsung se precipitou e já deu uma declaração oficial sobre o caso. De acordo com a companhia sul-coreana, este tipo de acidente não é tão raro de acontecer, já que dependendo das condições climáticas as baterias dos smartphones podem mesmo explodir.

“Baterias de íon de lítio podem pegar fogo devido a pressão externa ou mudanças abruptas de temperatura, mas ainda estamos tentando verificar o que realmente pode ter acontecido.", afirma a Samsung na declaração.

Em 2012, igualmente na Coréia, um Samsung Galaxy S2 explodiu no bolso de seu usuário causando também queimaduras bem severas. A vítima, porém, não foi só o dono do aparelho, mas também uma criança que o acompanhava.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

US$ 2,5 milhões

A General Electric está desenvolvendo um robô para auxiliar médicos em procedimentos pré e pós-cirúrgicos. O projeto visa a diminuir drasticamente o número de erros humanos e, assim, salvar vidas e poupar o orçamento dos hospitais, que em grande parte são direcionados ao tratamento de pacientes com infecção hospitalar.

GE está desenvolvendo robô inteligente para auxiliar médicos em cirurgias (Foto: Reprodução/Popsci)

A preparação da cirurgia é muito importante para evitar a contaminação do paciente por bactérias. Os pesquisadores, então, querem desenvolver um robô responsável por toda a esterilização do ambiente e dos instrumentos.
Tradicionalmente, profissionais capacitados ficam responsáveis pela preparação da cirurgia, limpeza e contagem dos instrumentos antes e depois da operação, o que demanda muito tempo. Com uma tecnologia de leitura de códigos e visão computadorizada, o robô poderá fazer o mesmo trabalho em menos tempo e menor custo.

O projeto, orçado em US$ 2,5 milhões (aproximadamente R$ 5 milhões), deve evitar atrasos no início de cirurgias e agilizar a esterilização das salas após o procedimento, para que outros pacientes possam usá-las mais rapidamente.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Fogos sob rodas

Na busca por inovar sempre nas fotografias, o americano Dave Lehl acompanhou um grupo de skatistas durante seus treinos e registrou imagens incríveis. Ele acoplou na parte de baixo das pranchas fogos de artifício para produzir faíscas e o resultado são fotos nas quais skates mais parecem pequenos foguetes nas manobras.

Fotógrafo americano registra rastro de luz da faísca debaixo do skate (Foto: Dave Lehl)

No vídeo onde mostra os bastidores do ensaio, Dave explica que para montar as imagens precisou fotografar os skatistas duas vezes. Na primeira, ele deixava o obturador da câmera aberto por mais tempo, fazendo uma longa exposição e conseguindo registrar o traço de luz produzido pelas faíscas.

Imagens foram montadas com duas fotos, uma com longa exposição e outra com flash (Foto: Dave Lehl)

Na segunda, usava o flash como em uma foto normal para congelar a imagem do skatista. Posteriormente, editava as duas fotos no Photoshop e mixava o rastro da faísca com o skatista fazendo a manobra.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Microchip

Pesquisadores da Universidade de Cambridge, Inglaterra, revelaram ter criado o primeiro circuito integrado capaz de transmitir dados em três dimensões. Ao contrário dos microchips atuais, que só permitem o tráfego de informações da direita para a esquerda, ou de frente para trás, este possibilita que o processo ocorra em várias direções. Isso poderia garantir uma capacidade adicional de armazenamento aos novos chips.
Dados podem transitar em três direções
(Foto: Reprodução/University of Cambridge)

Em suas experiências, os pesquisadores utilizaram um microchip spintrônico, que usa a propriedade magnética do elétron. Eles montaram várias camadas compostas de átomos de cobalto, platina e rutênio empilhados como se fosse um “sanduiche”.

A função dos átomos de cobalto e platina é de armazenar as informações digitais, enquanto os átomos de rutênio utilizam o giro (spin) dos elétrons e o campo magnético para enviar os dados para as camadas vizinhas, funcionando como mensageiro na comunicação entre as camadas. Dessa forma as informações podem trafegar entre as camadas de baixo para cima, o que não é possível nos microchips atuais.

O sucesso da experiência pôde ser comprovado através da visualização da informação trafegando entre as camadas empilhadas com uma técnica de laser chamada MOKE (Magneto-optic Kerr effect). Ela permite observar as alterações no reflexo da luz emitida por superfícies magnetizadas. Na medida em que os pesquisadores ligavam e desligavam um campo magnético, as informações digitais eram transferidas entre as diversas camadas do microchip utilizado.

O Dr. Reinoud Lavrijsen, um dos autores do artigo, comparou os microchips atuais a uma casa térrea, onde tudo acontece no mesmo andar, enquanto que com o novo chip 3D é como se tivessem sido criadas escadas permitindo a comunicação entre diversos andares.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Aparelhos móveis vai superar o de pessoas em 2013

Os dispositivos móveis estão tão em alta atualmente que algumas previsões que antes pareciam impossíveis, estão cada vez mais próximas de se tornarem realidades. É o caso do resultado de uma pesquisa realizada pela empresa Cisco, que revela que o número de aparelhos móveis em todo o planeta vai superar o de pessoas neste ano de 2013.
Número de aparelhos móveis pode superar o de
pessoas em 2013 (Foto: Reprodução/WebProNews)

O estudo, realizado pela Visual Networking Index Global Mobile Data Traffic Forecast Update, decretou que não há nenhum sinal de uma diminuição do mercado mobile, pelo menos pelos próximos três ou quatro anos. A grande informação trazida pelo levantamento, porém, é o fato justamente de o número de aparelhos móveis superar o número de habitantes humanos na Terra em 2013.

Esta tarefa parece ser um pouco complicada, porém não impossível. Recentemente, foi divulgada uma pesquisa que mostra que a população mundial já é de aproximadamente sete bilhões de pessoas. Em 2012, havia mais de 1 bilhão de smartphones no mundo, e uma estimativa destacou que o número de telefones celulares inteligentes deve triplicar nos próximos anos.

Somando este 1 bilhão aos mais de 30 milhões de tablets e outros milhões de telefones móveis “comuns”, a diferença para o número de pessoas não está tão grande assim. E caso a estimativa de aumento realmente se comprove, certamente existe a possibilidade desta estatística passar, sim, da casa dos sete ou oito bilhões.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Robô capta o som exterior

Pesquisadores do Laboratório de Sistemas de Automação da Austrália, o CSIROO desenvolveram um robô que consegue passar despercebido. O dispositivo move-se sobre quatro rodas e usa o barulho do lugar onde está para transitar sorrateiramente.

Robô capaz de disfarçar sua presença com ajuda de som ambiente pode ser usado em guerras (Foto: Divulgação CSIRO)

A invenção, ainda sem nome, pode captar sons a 48 metros de distância. Ele é capaz de prever quanto tempo barulhos irão durar, e calcula, assim, seus movimentos para só se mover sem ser percebido.

Equipado com uma câmera, um scanner a laser, um computador interno e um sistema de detecção de som, ele também é capaz de mapear o terreno a frente para buscar áreas com sombra, o que aumenta mais a sua capacidade de camuflagem.

Com todas essas características, obviamente o robô será um acessório disputado para cenários de guerra, onde cada vez mais as máquinas fazem os trabalhos que antes eram dos homens.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

PC flexível

Com notebooks cada vez mais potentes, é comum os consumidores ficarem em dúvida quando vão comprar um computador. Para acabar com a indecisão, o designer Jeabyun Yeon imaginou como seria uma mistura de PC com um aparelho portátil.
Estrutura flexível do Pandora permite que ele seja usado como PC, notebook ou tablet (Foto: Divulgação/ Jeabyun Yeon)

Pandora, como foi batizado, é um PC notebook flexível pensado para as futuras gerações. A estrutura permite que a tela ganhe diferentes tamanhos de acordo com a preferência do usúario. No formato widesreen, o display atinge 21,6 polegadas e funciona como um PC normal. Já no modo notebook, a tela fica com 13 polegadas. O designer dá ainda a opção de utilizar o aparelho como um tablet, também com 13 polegadas.
Pandora pode ser usado de três modos diferentes (Foto: Divulgação/Jeabyun Yeon)

Com apenas 9 milímetros de espessura, o Pandora viria equipado com duas câmeras HD com 720p de resolução, entradas USB 3.0, microfone e sensor de luminosidade similar ao encontrado em smartphones. O teclado foi idealizado com a tecnologia 'pop-up', em que as teclas emergem de uma superfície lisa sempre que forem ser usadas.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

JewelGram transforma foto do Instagram em joia

Dois amigos italianos criaram um serviço que transforma as imagens do Instagram em peças de joias feitas em ouro e prata. Batizado de JewelGram, o projeto está no site de financiamento coletivo Kickstarter para deslanchar de vez. Em 24 dias, eles precisam arrecadar aproximadamente US$ 29 mil (R$ 58 mil, em conversão direta) para iniciar a produção.

Modelo de anel em plástico é opção mais em conta do serviço JewelGram (Foto: Divulgação)

Anéis e cordões são as opções disponíveis com 25 mm por 25 mm de dimensão. O engenheiro Gianpiero Riva e o designer Michele Marzotto, idealizadores do serviço, garantem a qualidade das imagens impressas com uma resolução de 610dpi (ponto por polegada).
Cordão em prata traz impressa foto do Instagram em alta resolução (Foto: Divulgação)

Além das versões de luxo em prata e ouro, que custam entre US$ 60 e US$ 1 mil (R$ 120 e R$ 2 mil), o serviço também traz modelos em plástico, pelo preço bem mais acessível de US$ 15 (R$ 30). Confira a página dedicada ao JewelGram no Kickstarter.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Supercomputador

Com financiamento de US$ 1,6 bilhão, um grupo de mais de 200 pesquisadores europeus pretende simular o funcionamento do cérebro humano, e para isso, será necessário desenvolver um supercomputador cerca de mil vezes mais poderoso que os atuais.
O projeto quer simular um cérebro
humano (Foto: Divulgação)

O Projeto Cérebro Humano tem o objetivo de coletar e consolidar todas as informações conhecidas, produzidas por médicos e cientistas ao redor do mundo, relacionadas ao cérebro humano. Com essa informações e a ajuda de um supercomputador, os cientistas acreditam que será possível simular o funcionamento do cérebro. A pesquisa contribuirá para o desenvolvimento de novos métodos de diagnóstico e uma melhor compreensão de doenças neurológicas como o Mal de Parkinson e Alzheimer.

Além dos benefícios científicos no campo do conhecimento neurológico, a construção do supercomputador deve ajudar a desenvolver uma tecnologia totalmente nova nas áreas de computação e robótica. O projeto prevê a construção de novos sistemas de computação e robôs com base na arquitetura e nos circuitos cerebrais.
De acordo com o vídeo de divulgação do projeto, pesquisadores publicam anualmente cerca de 60 mil artigos relacionados ao cérebro. No entanto, a maioria é focada em uma pequena parte do cérebro: uma molécula, uma região, um mapa ou uma função. O Projeto Cérebro Humano iria integrar essas descobertas e criar modelos para explorar como os circuitos neurais são organizados e como dão origem ao comportamento e cognição.

O projeto está previsto para durar 10 anos e deve reunir pesquisadores de aproximadamente 80 instituições ao redor mundo. Além do pesquisadores europeus, o projeto irá contar com parceiros americanos e japoneses e será coordenado pelo neurocientista sul-africano Henry Markram da École Polytechnique Federale de Lausanne (EPFL), na Suíça.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Transistor ‘invisível’

Pesquisadores da University of Maryland, Estados Unidos, imprimiram um transistor “invisível” em um papel transparente. A transparência do objeto é de 84% e ele ainda é flexível. O componente pode contribuir para a construção de hardwares com material reciclável, baseados em papel.

Transistor é invisível e flexível (Reprodução/Extreme Tech)

Os transistores que são produzidos através de impressoras precisam de uma tinta especial, que não pode conter manchas. As tintas condutoras ou semicondutoras de eletricidade são bem finas e qualquer imperfeição pode interromper o fluxo de elétrons que fazem o circuito funcionar.

Para não ocorrerem problemas na produção, os pesquisadores da Universidade de Maryland usaram o nanopaper, que é um papel criado a partir de polpa de madeira. Esse material foi tratado especialmente com enzimas. Ele tem uma estrutura mais lisa do que o papel normal e é mais forte e transparente.

Com o material do nanopaper, a equipe de pesquisa utilizou três cores para construir os transistores invisíveis. Primeiro, eles usaram uma camada de nanotubos de carbono e, em seguida, uma tinta dielétrica. Depois, foi inserida uma tinta semicondutora e outra camada de nanotubos. Esses nanotubos não funcionam apenas como eletrodos do transistor, mas também para formar sua estrutura.

Com essa composição, o transistor funciona mesmo se for encurvado. O componente invisível pode ser útil para compor displays e telas. No entanto, os cientistas ainda não descobriram uma forma de produzir o transistor em larga escala.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Bateria do iPhone 4S vaza ácido

Uma executiva norte-americana foi a nova vítima de um "ataque" do iPhone. A gerente de marketing Shibani Bhuile afirma que a bateria do seu iPhone 4S derreteu "do nada", liberando um ácido que destruiu completamente seu telefone. Apesar da alegação, a Apple se recusou a repor o aparelho de graça, tendo pedido cerca de US$ 200 (R$ 400) para providenciar um novo telefone.

O iPhone 4S após o acidente (Foto: Reprodução/Quartz)

De acordo com a vítima, o derretimento do smartphone ocorreu de repente, quando o aparelho estava desligado e repousado na mesa de centro de sua casa. Shibani conta que sentiu um cheiro estranho de queimado e correu imediatamente para o aparelho, o qual ela pôde ver derretendo em cima do móvel.


“Eu peguei o telefone e ele estava muito, muito quente, e não era possível ligá-lo. Um minuto depois eu já não conseguia nem mais tocá-lo de tão quente. Eu entrei em pânico, achei que o iPhone iria explodir ou algo parecido”, conta a gerente de marketing.
Shibani, então, abriu a tampa do telefone e encontrou uma bateria de lítio completamente derretida. Sua mão também se queimou durante o processo. Segundo a vítima, a Apple se recusou a trocar seu telefone pois ele já havia vencido o ano garantida que é oferecido pela empresa. Até o momento, porém, a Apple não emitiu nenhuma nota sobre o caso.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Velocímetro que avisa quando limite é ultrapassado

Os designers chineses Gao Fenglin e Zhou Buyi desenvolveram um protótipo de velocímetro que indica por cores se o motorista ultrapassou a velocidade máxima permitida na estrada. Sensores equipados com GPS se comunicam com satélites e detectam a localização do carro. Baseado nisso, o aparelho identifica o limite permitido de acordo com a rua ou estrada em que o condutor estiver dirigindo.

Luz vermelha indica que motorista ultrapassou velocidade permitida (Foto:Divulgação/Speed Guard)

A cor azul no visor mostra que o automóvel não excedeu a velocidade - e não há riscos de multas. Quando o ponteiro do velocímetro ultrapassa o limite estipulado, a área excedente é preenchida em vermelho, indicando claramente que o veículo está andando mais rápido do que o autorizado. A invenção rendeu à dupla chinesa o prêmio de design Red Dot Award de 2012.

domingo, 27 de janeiro de 2013

IPads viram arma de técnicos para desenhar jogadas

Pioneiro no uso de playbooks digitais, o Baltimore Ravens trocou cadernos de jogadas tradicionais por iPads para desenhar e estudar os lances que farão em campo. E caso vença a final da NFL, o famoso SuperBowl XLVII, disputada neste domingo (03) em New Orleans, Estados Unidos, a equipe vai ficar em débito com a tecnologia.
Equipe do Ravens usa iPads para desenhar as jogadas (Foto: Divulgação)

A ideia de digitalizar as jogadas é antiga, porém muitos times não conseguiram fazê-la sair do papel porque os atletas não se sentiam muito à vontade para carregar laptops pesados para cada jogo. Então, com a chegada dos tablets, o Ravens foi o primeiro adotar a estratégia, ainda na temporada 2011, e virou referência na liga. Os iPads ficam equipados com um aplicativo especial para ver as jogadas, e bloqueados para qualquer outro tipo de uso.

“É até chocante o quão pouco estes times têm usado tecnologia”, avaliou Bob Paulsen, co-fundador e CEO da PlayerLync, uma das empresas responsáveis por desenvolver o aplicativo GamePlan, que está nos tablets dos times.

Com o app para iPad, os treinadores desenham as jogadas e disponibilizam para que os atletas possam ver em qualquer lugar. Além do Baltimore Ravens, equipes como Broncos, Packers, Bears, Bengals, Chargers e Colts também usam playbooks digitais. O Niners, adversário do Ravens no SuperBowl, não se pronunciou sobre o caso. De acordo com Paulsen, depois que as equipes começaram a entender a praticidade e os benefícios dos apps para a iPad, elas começaram a evoluir. Ele explica que vem recebendo cerca de três ligações por dia de clubes interessados na tecnologia.

“Quando eles começarem a mudar a forma de trabalhar, com as vantagens que a tecnologia permite, eles darão grandes passos para frente. A maior parte dos times que chegou aos playoffs (finais), por exemplo, já usa este tipo de recurso”, destacou.

Os playbooks, ou livros de jogadas, são fundamentais no futebol americano. Cada tipo de lance que se vê em campo é resultado de algo previamente ensaiado e desenhado no iPad de cada equipe. O quarterback, jogador que recebe a bola para dar início a uma determinada jogada, é o responsável por “chamar a jogada”, ou seja, escolher uma delas e passar as instruções para os companheiros. Antes dos iPads, realmente os desenhos das táticas eram feitos em “cadernos de jogadas”. A digitalização, claro, facilita bastante as coisas tanto para a comissão técnica como para os jogadores.