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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Impressora 3D para contrução

A impressão em 3D está chegando a níveis bem interessantes, com a construção de cada vez mais modelos tridimensionais com muita facilidade. Mas um inusitado projeto assinado por um arquiteto holandês pretende superar tudo o que foi realizado até hoje com esta tecnologia. A ideia dele é criar um prédio inteiro somente utilizando uma impressora 3D.
Projeto mostra ideia do prédio feito em 3D (Foto: Reprodução/CNET)

Janjaap Rujssenaars vem trabalhando no projeto “Landscape House”, que seria um tipo de prédio em formato de “8″ (ilustrado na foto acima) com “pisos que viram tetos, dentro e fora”, segundo o site oficial do arquiteto. Estimado entre US$ 5 e US$ 6 milhões (R$ 10 e R$ 12 milhões), o primeiro prédio deve ficar pronto até 2014 – e pode vir para o Brasil.

“Gostaríamos de fazer um por país. Um rapaz que mora em um parque nacional no Brasil gostaria de um para exibir a arte nativa que eles acharam no parque”, comentou Janjaap, em entrevista à BBC.

Para transformar esta ideia nem um pouco comum em realidade, ele está trabalhando com um especialista em impressão 3D, Enrico Dini. Usando uma poderosa impressora 3D industrial, que usa areia e um outro material especial, eles pretendem criar blocos de materiais mais fortes até do que cimento.

“A impressão 3D é incrível. Para mim, como um arquiteto, está sendo ótimo fazer este design específico. Não há começo e nem fim com uma impressora 3D e podemos fazê-la mostrar justamente isso. Em uma construção tradicional, é preciso usar madeira e encher de concreto para depois tirar a madeira. É um gasto sem necessidade de tempo e energia. Agora, você pode imprimir o que quiser, de uma forma mais direta”, completou.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Ponto de vista

Os fãs da câmera GoPro estão acostumados com os vídeos radicais que o aparelho costuma capturar, mas dessa vez um usuário resolveu filmar um ambiente mais caseiro. Bimmer Schwag acoplou o equipamento em seu labrador, Chase, e registrou o ponto de vista do cachorro em um dia de lazer na piscina.
Labrador Chase carrega câmera GoPro e mostra seu ponto de vista (Foto: Reprodução/Youtube)

O vídeo mostra o animal mergulhando atrás de uma bola de tênis e trazendo-a de volta ao dono, para então se jogar novamente dentro d’água para brincar. Desde de que foi postado, no último domingo (20), o vídeo já conta com mais de 25 mil visualizações.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Combustível de plantas

O Conselho Nacional de Pesquisa do Canadá divulgou um estudo que mostra reduções drásticas na emissão de gases poluentes em voos abastecidos por combustíveis produzidos a partir de plantas. Os testes, que incluíram até voos transatlânticos, foram realizados em aeronaves abastecidas tanto com combustíveis convencionais quanto biocombustíveis e apresentaram reduções que iam de 25% até 50% na emissão de partículas poluentes.
Aeronave T33 acompanhou voos para verificar taxa
de emissão de carbono (Foto: Divulgação)

No futuro, o objetivo do órgão canadense é trazer ao mercado um novo tipo de combustível sustentável a partir de vegetais para a aviação comercial. Em outubro de 2012, o avião Falcon 20 desenvolvido pelo instituto canadense, foi a primeira aeronave a voar apenas com biocombustível proveniente de uma planta.

Em 2008, a Virgin Atlantic foi a primeira companhia aérea a usar biocombustíveis parcialmente em seus aviões. A holandesa KLM também realiza testes com combustíveis sustentáveis e já aplicou a tecnologia em um voo comercial entre Amsterdã e Paris.

Uso do combustível baseado em planta é controverso

Ambientalistas alertam para os riscos potenciais do uso excessivo de biocombustíveis formados a partir de plantas. Apesar da comprovação de que eles reduzem as emissões de gases poluentes, estudos do MIT mostram que a busca por matéria-prima pode causar desmatamentos.

Além disso, se não for produzido da maneira correta, um biocombustíveis pode criar até dez vezes mais monóxido de carbono do que um combustível fóssil convencional.

De acordo com Steven Barret, professor do MIT, a situação é bem mais complexa do que simplesmente adaptar as aeronaves ao biocombustível. Há vários tipos de biomassa que podem ser usadas para a criação de combustível e vários métodos de conversão dessa biomassa. Cada um deles tem resultado, custo e eficiência diferentes. "Precisamos nos sofisticar ainda mais para determinar quais fazem mais sentido para o meio ambiente”, afirmou, em entrevista à BBC.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

DeLorean hovercraft

Matthew Riese sempre quis ter um DeLorean voador, como aquele que viajava no tempo na trilogia De Volta Para o Futuro. A tecnologia para chegar a esse resultado ainda é restrita ao futuro e à mente do Doutor Brown. Matthew, então, resolveu adaptar a proposta e criou, a partir do zero, um hovercraft inspirado no desenho do carro.
Lona roxa serve para gerar o colchão de ar no qual o DeLorean se equilibra (Foto: Reprodução/Geekologie)

A semelhança com o carro verdadeiro impressiona. Não apenas as linhas, mas a cor e a precisão de detalhes poderiam enganar um olhar mais desatento. Matthew registrou seu DeLorean hovercraft em um órgão californiano que regulamenta embarcações, tornando-o um veículo capaz de circular na Baía de São Francisco. Infelizmente, ele não é homologado para rodar em ruas e estradas.
Estrutura de madeira garante leveza ao "carro"
flutuante (Foto: Reprodução/Geekologie)

O DeLorean de Matthew pode planar sobre qualquer superfície plana, do asfalto à água. Em aceleração plena, o hovercraft atinge uma velocidade de 70 km/h, o que é bem impressionante para algo que se move sem entrar em contato com o chão e, portanto, não tem freios.

A brincadeira deu origem até a um projeto de startup. Matthew busca financiamentos para começar a fabricar Deloreans flutuantes para vender para quem, como ele, sempre sonhou em ser um pouco Marty McFly.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Darpa

A Darpa, Agência de Pesquisa de Projetos Avançados de Defesa norte-americana, desenvolveu um minúsculo conjunto de antenas que pode tornar o ladar (radar que emite feixes de laser ao invés de ondas de rádio) viável e competitivo para desbancar o radar que conhecemos hoje. Do tamanho da cabeça de um alfinete, a rede de antenas pode disparar feixes de laser com precisão e agilidade.

Sistema gera imagens mais precisas que o radar (Foto: Reprodução/ExtremeTech)

Rapidez sempre foi o grande problema dos ladares. Enquanto radares conseguem direcionar ondas de rádio com rapidez e precisão em uma direção, ladares nunca tiveram a mesma praticidade. Isso comprometeu a adoção dessa tecnologia, que na comparação com o radar, gera imagens muito mais precisas e detalhadas de qualquer área ou objeto observado.

Radares funcionam emitindo ondas de rádio e, a partir do retorno dessas ondas quando incidem sobre algum objeto, é possível estimar suas dimensões, velocidade e direção. O problema é que esta tecnologia é limitada quando se considera os resultados que o ladar pode alcançar. Na tela de um ladar, em vez de um indistinguível ponto, o operador teria acesso a uma imagem em tempo com riqueza de detalhes.

Enquanto radares usam antenas, que podem ser direcionadas para concentrar as ondas de rádio em apenas uma direção (você já deve ter visto em filmes de ação que, sempre em uma estação de radar há uma enorme antena girando), ladares não oferecem essa possibilidade. Todos os dispositivos testados para simular uma antena de ladar ao longo dos anos eram lentos demais, imprecisos e na maioria das vezes, grandes demais.

A Darpa desenvolveu um conjunto composto por 4096 nanoantenas, que medem apenas 576 microns de largura e altura. Esse sistema pode ser montado dentro de chips de silício. A Darpa garante que já testou a tecnologia e descobriu que ela é precisa e ágil como o radar.

A descoberta tem a enorme vantagem de gerar imagens complexas, impossíveis no sistema tradicional dependente de emissões de ondas de rádio. Além de suas óbvias aplicações no campo da defesa, o ladar pode ser muito útil na medicina e até mesmo em futuras TVs com 3D holográfico, em lugar do 3D estereoscópico que pode dar dor de cabeça.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Câmera que não precisa de lente para gerar imagens

Engenheiros da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, criaram uma máquina fotográfica que usa metamateriais para registrar imagens, dispensando o uso de lentes. O sensor experimental pode registrar imagens complexas sem a necessidade das propriedades físicas das lentes, necessárias para gerar imagens com especificidades, como amplitude, profundidade e mesmo foco.

Pesquisadores criam sensor fotográfico que dispensa o uso de lentes (Foto: Reprodução)

Metamaterial é a definição dada a qualquer tipo de material que é produzido artificialmente com propriedades que não se encontram na natureza. Um exemplo, bem exagerado, seria a criação de um tipo de aço com a leveza do plástico. Ou um tipo de plástico que não derreta.

Em Duke, os pesquisadores criaram um tipo de camada de cobre, extremamente fina, que é coberta com pequenos quadrados, que funcionam como captores de luz. Cada quadrado no plano do sensor de cobre é capaz de captar diversas frequências de luz e a composição da captura de todos eles gera uma imagem complexa, funcionando como uma grande abertura de lente.

Quem é mais interessado em fotografia deve ter levantado mentalmente a questão: e o foco? Numa câmera, é o movimento da lente que determina onde está o foco da sua fotografia. No experimento conduzido pelos cientistas de Duke, não há como gerar foco porque não há lente. A ideia é que a imagem tenha seu foco determinado depois, via software.

Entre as aplicações mencionadas para a tecnologia, estão câmeras de segurança e sensores de imagens de alta sensibilidade a luz e ao movimento. Atualmente, os pesquisadores procuram desenvolver um sensor mais complexo, capaz de gerar imagens tridimensionais mais adequadas ao uso no "mundo real".

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Modelos em fotografias criativas e divertidas

Jason Lee, um fotógrafo americano que originalmente trabalhava apenas com casamentos, resolveu utilizar suas habilidades profissionais com suas duas filhas, Kristin, de nove anos, e Kayla, de seis anos. O resultado é uma série fotográfica impressionante e muito divertida.

As meninas Kristin e Kayla posam brincando com "foguete" em foto do pai (Foto: Jason Lee)

A ideia surgiu depois que a mãe de Lee descobriu, em 2006, que estava com câncer. Com a saúde frágil e sem poder entrar em contato com os germes que poderiam agravar sua condição, a avó das crianças acabou tendo que restringir o contato com suas netas. Jason Lee decidiu, então, criar um blog para que sua mãe pudesse acompanhar o crescimento de Kristin e Kayla.

Em uma tentativa de alegrar sua mãe e, ao mesmo tempo, tornar a atividade prazerosa para suas filhas, Lee optou por tirar fotos não muito convencionais. No início, elas eram mais simples, até por Kayla ainda ser um bebê, mas assim que as meninas ficaram maiores começaram a dar ideias também. O resultado atraiu muitos internautas, que se apaixonaram pelas meninas e também pelo trabalho do fotógrafo.
Kristin e Kayla dentro de caixa em 2006 (Foto: Jason Lee)

De acordo com Jason Lee, sua mulher, Selina, também se diverte com as fotos. As meninas, por sua vez, se divertem com a bagunça que podem fazer a cada foto. Confira abaixo alguns cliques de Karin e Kayla:
Meninas simulam o famoso jogo Angry Birds (Foto: Jason Lee)

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Rússia projeta substituto do Soyuz

A Rússia envia suas missões espaciais desde os anos 1960 com o mesmo foguete: o Soyuz estreou na época da Guerra Fria, disputou a Corrida Espacial e sobreviveu. Agora, a Roscomos, agência espacial russa, diz que é hora de mudar. O órgão planeja que, em 2020, um novo foguete substitua o Soyuz e tenha tecnologia suficiente para levar missões tripuladas a Lua e Marte.

Soyuz tem data marcada para se aposentar (Foto: Reprodução/Discovery)

No comunicado oficial sobre o projeto, a Roscomos disse que o desenvolvimento da nova nave está orçado em cerca de US$ 70 bilhões. Além disso, a agência soltou vagas informações sobre o desenvolvimento da nave, que deverá introduzir um módulo de transporte de energia, cuja aplicação estará vinculada com os sistemas de propulsão do foguete no espaço.

Levando-se em conta as pesquisas na área de propulsão espacial, as tecnologias mais prováveis para embarcar no Soyuz aproveitam os ventos solares para acelerar naves ou sistemas de jatos iônicos, muito mais exóticos, mas que vem sendo pesquisados seriamente pela Nasa há anos. Até que a nova espaçonave esteja pronta, o foguete e capsula Soyuz continuam operando. O conjunto é, de longe, o mais seguro em toda a história da exploração espacial.

No plano, cujos detalhes ainda são mantidos sob sigilo, consta um cronograma que promete os primeiros voos de teste do sucessor do Soyuz em 2018. Atualmente, a Soyuz é a única nave a ligar a Estação Internacional Espacial com a Terra. Depois do descomissionamento dos ônibus espaciais norte-americanos, a Rússia tornou-se a única nação no mundo capaz de levar o homem ao espaço.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Um em cada três usuários utiliza seu smartphone

Uma pesquisa realizada pela empresa McKinsey revelou que um em cada três motoristas donos de smartphones utilizam seus aparelhos enquanto estão dirigindo. Do total de usuários que usam celular no trânsito, 89% disseram utilizar seu telefone para tarefas que podem atrapalhar seriamente a atenção, como fazer chamadas, e somente 68% fazem uso do dispositivo para fins de navegação, como GPS.
Pesquisa conclui que 35% das pessoas utilizam o
smartphone no volante (Foto: Reprodução/Cnet)

Realizada em junho de 2012, a pesquisa entrevistou 4 mil usuários norte-americanos, sendo que do total, 1949 utilizam o telefone celular ao volante, ou seja, cerca de 35% do total.

Destes, 89% usam o aparelho ao volante para fazer chamadas telefônicas, 68% para utilizar as funções de navegação dos smartphones, 39% para enviar e receber mensagens de texto e 31% para o uso da Internet.

Apesar dos dados estarem restritos aos Estados Unidos, no Brasil o uso de smartphones no trânsito também é muito comum, apesar de ser proibido pelo Código de Trânsito. Para tentar diminuir as ocorrências dessa infração, um projeto de lei em tramitação na Câmara pretende tornar ainda mais grave o uso de telefone celular ao volante.

De acordo com o texto do projeto PL 7471/10, o valor da multa passaria de R$ 85,13 e quatro pontos na carteira para R$ 127,69 e cinco pontos. O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça.

sábado, 22 de dezembro de 2012

De chip a GPS

O uso da tecnologia no futebol é sempre um assunto controverso, mas a cada ano surgem novas alternativas com o objetivo de facilitar a arbitragem e o treino dos atletas. Prepare-se para a temporada de Campeonatos Estaduais que começa neste final de semana e confira algumas apostas que podem virar regra no esporte que é paixão nacional.

GLT – Tecnologia de Linha de Gol

Depois do erro na arbitragem nas oitavas de final na Copa do Mundo de 2010, a International Football Association Board (IFAB), que define as regras do jogo, começou a repensar o uso da tecnologia para auxiliar os juízes e evitar xingamentos. No jogo entre Alemanha e Inglaterra, o jogador inglês Frank Lampard chutou a gol, a bola entrou, mas depois bateu no travessão e foi para fora. Foi gol, mas o árbitro, que não tem tempo de olhar o replay, não viu.
Tecnologias GoalRef e Hawk-Eye enviam sinal ao relógio do árbitro (Foto: Reprodução/FIFA TV)

A tecnologia de linha de gol serve para ajudar os árbitros a tomarem suas decisões e foi aprovada finalmente pela IFAB em julho de 2012. Em novembro de 2012, a Fifa assinou um contrato com duas empresas que fornecem tecnologias de GLT. A GoalRef e a Hawk-Eye foram testadas no Mundial do Japão, em dezembro.

A GoalRef, idealizada pelo instituto de pesquisa alemão Fraunhofer, utiliza a indução eletromagnética para determinar se foi ou não gol. Um campo magnético é criado na área do gol e outro, na bola, por meio de um circuito eletrônico em seu interior. Quando a bola cruza a linha, a interação entre os dois campos é percebida. Um software processa os dados e emite um sinal para o relógio do árbitro. O dispositivo, então, mostra em sua tela que foi gol e vibra.
GoalRef cria campos magnéticos no gol e na bola (Foto: Reprodução/Getty Images)

A Hawk-Eye foi desenvolvido por uma empresa inglesa. Com câmeras de alta velocidade distribuídas pelo estádio, o sistema identifica sempre onde está a bola. No jogo do Mundial do Japão foram oito equipamentos instalados, enquanto no tênis, esporte que já utiliza essa tecnologia, são, em geral, dez. Além de acompanharem o movimento da bola, as câmeras enviam suas imagens para um software, que salva os dados para posterior comparação e emite um sinal para o relógio do juíz quando um jogador marcar um gol.
Câmeras de alta velocidade monitoram o jogo com o sistema Hawk-Eye (Foto: Reprodução/AFP)

Em breve, a Fifa escolherá qual dessas tecnologias será adotada na Copa das Confederações em junho deste ano e, possivelmente, na Copa do Mundo de 2014.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Galaxy S3

Você compraria um Samsung Galaxy S3 tostado por um forno micro-ondas? O artista norte-americano Kenny Irwin acredita que sim. Dono de um canal no YouTube no qual ele exibe aparelhos de última geração destruídos por seu micro-ondas customizado, ele colocou sua última obra à venda pela bagatela de US$ 2.012 (cerca de R$ 4 mil).

Galaxy S3 tostado no micro-ondas é vendido por US$ 2 mil (Foto: Reprodução)

Além do aparelho destruído, o pacote vendido inclui a caixa original do Galaxy S3, seus acessórios e um brinde da revendedora - uma caveira brilhante sem nenhuma utilidade aparente. De acordo com o anúncio, colocado no eBay, a versão “crocante” do smartphone da Samsung é uma “obra de arte”.

Se não bastasse a bizarrice do anúncio, Irwin ainda fez um vídeo que "divulga" o produto, mostrando todo o processo em que frita o smartphone da Samsung até ele explodir. Na propaganda, o artista fala do aparelho queimado como se fosse algo espetacular, dizendo que o produto foi "queimado profissionalmente no micro-ondas".
O Samsung Galaxy S3 não foi o único aparelho de última geração torrado por Irwin. O artista também já levou ao seu forno de micro-ondas iPads, iPhones, um PSP Vita e até um outro aparelho micro-ondas inteiro. Para variar, ele também lança produtos eletrônicos recém-lançados dentro d’água.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Jovens se interessam mais pelos Galaxys do que pelos iPhones

A Apple não é a fabricante de celulares preferida entre os adolescentes dos Estados Unidos, de acordo com um estudo realizado pela empresa de consultoria Buzz Marketing. A pesquisa revelou que os jovens estão muito mais interessados pelos smartphones da linha Galaxy, da Samsung, do que pelos populares iPhones.
Adolescentes preferem os Galaxys aos iPhones
(Foto: Divulgação)

Uma das razões da impopularidade da Apple em meio aos adolescentes está no fato dos pais dos jovens preferirem justamente os telefones da maçã. Quando o pai ou a mãe de um adolescente compra um novo iPhone, o antigo é repassado aos mais novos. Assim, de acordo com o estudo, esta sensação de aparelho defasado colabora para que os produtos da Apple sejam mal vistos pelos mais novos.

“Os adolescentes comentaram que a Apple já era. A Apple fez um ótimo trabalho com a geração X e gerações anteriores, mas não acredito que eles estão conectados com as crianças do milênio”, comentou Tina Wells, consultora daBuzz Marketing.

De acordo com a revista Forbes, outro fator que leva os jovens a preferirem os Galaxys e demais smartphones aos iPhones é a ausência de novidades realmente inovadoras nos lançamentos da Apple. Enquanto as fabricantes têm investido em funções de sistema interessantes - como o multi-window do Android -, em trocas de dados mais práticas e em melhorias para as câmeras, a companhia da maçã continua focada em fazer bons aparelhos tradicionais - "ousando" apenas em pequenas mudanças no design e em diminuição no peso dos produtos, por exemplo.

Este é um buraco no mercado que pode ser explorado não só pela Samsung, mas por Sony,Motorola e Nokia, também consideradas rivais da Apple. As apostas das fabricantes em modelos com telas grandes, corpos coloridos e designs diferenciados pode fazer com que os jovens se interessem cada vez mais pelos produtos, deixando o iPhone cada vez mais para os mais velhos.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Artista cria protótipo do iPad 5

O artista Martin uit Utrecht criou um conceito para o futuro iPad 5 com um design um pouco diferenciado, mas baseado no design do iPad Mini. A ideia do designer foi produzir uma versão mais fina e mais leve do tablet de 10 polegadas da Apple, tornando-o um pouco mais portátil do que os seus antecessores da terceira e quarta gerações.

iPad 5 feito por artista tem design inspirado no iPad Mini (Foto: Reprodução/9to5Mac)

Martin ganhou certa fama na Internet ao fazer um mockup em 3D do iPhone 5 baseado nas peças do aparelho que haviam vazado pouco antes de o smartphone ser lançado. Na época, seu “protótipo” foi bastante elogiado, e acabou ficando bem fiel ao modelo original, lançado só alguns meses depois.
iPad 5 seria bem mais portátil do que seus
antecessores (Foto: Reprodução/9To5Mac)

A reação dos internautas em relação a este novo projeto é bem parecida com a obtida na divulgação do conceito do iPhone 5, com muitos elogios. O trabalho feito por Martin é bem plausível e este layout permitiria que o próximo iPad tivesse 4 mm a menos em altura, 17 mm a menos de comprimento e 2 mm a menos de espessura do que os iPads 3 e 4.

“De acordo com fontes, o design do novo iPad vai seguir a linguagem do iPad Mini. Este conceito em 3D foi baseado em um modelo que fiz do iPad Mini, mas mantendo o display do tamanho do iPad”, destacou Martin, em declaração reproduzida pelo site 9To5Mac.

Vale ressaltar, no entanto, que ainda não há nenhuma informação oficial sobre o próximo iPad, nem mesmo se ele irá existir. De qualquer forma, já é uma ideia na qual a Apple pode se basear para um eventual novo tablet.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Bateria de zinco flexível

A empresa norte-americana Imprint Energy promete revolucionar a tecnologia digital com uma técnica que permite a impressão de baterias baseadas em zinco, mais maleáveis, potentes, flexíveis e não-tóxicas. Basicamente, ela desenvolveu uma forma de produção que cria baterias com um processo de impressão bem semelhante ao jato de tinta do escritório.

Com zinco e processo de impressão simples, tecnologia pode aposentar as baterias de lítio (Foto: Reprodução/ExtremeTech)

Mais do que criar um método de impressão para baterias, a Imprint Energy conseguiu resolver um problema intrínseco do uso de zinco como elemento para baterias. Até então, era impossível criar um eletrólito com o metal que fosse recarregável. O processo forma um tipo de tinta eletroquímica, que é usada para a criação de todos os elementos que fazem elétrons fluir dentro de uma bateria.
Noruegueses imprimiram circuito com a bateria
(Foto: Reprodução/ExtremeTech)

A técnica não é muito diferente daquela usada para a impressão de circuitos eletrônicos. Há circuitos que são criados em substratos plásticos extremamente finos, com a impressão de camadas condutoras e semicondutoras a partir de um método semelhante ao silk-screen. Assim, ao invés de ser apenas um integrante do produto, a bateria pode se tornar o próprio dispositivo.

A empresa norueguesa Thin Film Electronics, por exemplo, usou baterias da Imprint Energy para criar um pequeno filme plástico que funciona como termômetro. O produto poderia ser usado em embalagens de alimentos, por exemplo, informando dados como validade do produto, temperatura, procedência e etc. E essa é apenas uma das múltiplas possibilidades da bateria de empresa.

Além de todas as vantagens da tecnologia criada pela Imprint Energy, há um ponto central, que pode convencer os grandes investidores: segundo a empresa, no momento, sua bateria impressa de zinco tem densidade energética no mínimo igual às baseadas em lítio. Como o processo tende a amadurecer, a eficiência energética tende a aumentar com o tempo.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Belas imagens embaixo d’água

O australiano Mark Tipple usa uma câmera especial para fotografar as reações dos banhistas logo após a passagem de ondas nas praias de Sydney. O trabalho, chamado “The Underwater Project” (“O Projeto debaixo d’água” em tradução livre), começou em 2009, depois que Mark experimentou fotografar pequenas ondas na praia de Coogee. Por acaso, ele captou a expressão de um rapaz que passava embaixo da onda e achou a imagem muito interessante.

Ondas em praia de Sydney, na Austrália (Foto: Mark Tipple)

O equipamento de Mark pesa cerca de 11 kg e ele se esforça para mantê-lo o mais firme possível durante a passagem das ondas. “A fotografia de surfe sempre existiu. Eu queria fazer algo diferente”, explica o fotógrafo em seu site. Para ele, a primeira imagem do projeto, tirada ainda em 2009, mudou sua percepção sobre a fotografia aquática.

Mark conta que estava entediado fotografando apenas ondas e o mar vazio. Retratar a reação das pessoas era algo muito mais interessante. A primeira fotografia, de um rapaz fugindo da onda, ganhou o nome de “Escape” (“Fuga”) e é considerada por Tipple como um marco em sua carreira.
"Escape", a imagem que iniciou o projeto, mostra rapaz tentando escapar de onda (Foto: Mark Tipple)
Banhista embaixo d'água (Foto: Mark Tipple)

domingo, 16 de dezembro de 2012

Chaves por smartphones

A montadora sul-coreana Hyundai se movimenta para, em 2015, comercializar carros que poderão ser comandados via smartphone. Através do NFC, os motoristas poderão abrir as portas e dar a partida nos motores com um simples toque na tela dos dispositivos.

Montadora sul-coreana pretende integrar profundamente celular e carro em 2015 (Foto: Reprodução)

Se 2015 pode parecer um pouco longe para você, saiba que a Hyundai já possui um modelo i30 conceitual, que já oferece algumas das tecnologias que a empresa pretende integrar nos seus carros.
Muito além de permitir que você abra portas e ligue o automóvel via celular, a Hyundai pretende que carro e smartphone se integrem de uma maneira ainda mais profunda, delineando o perfil do motorista e direcionando os sistemas embarcados de informação e entretenimento para se adequarem a esse perfil.

Outras inovações da Hyundai na integração entre celular e carro prometem carregamento por indução magnética, enquanto o celular descansar no console do automóvel, importação de informações relevantes do aparelho, como rotas salvas do GPS, locais preferidos, contatos e sincronização com serviços do aparelho celular, como player de música e etc.

sábado, 15 de dezembro de 2012

CES 2013

A Consumer Electronics Show 2013, em Las Vegas, contou com alguns carros high-tech que merecem destaque. Neste ano, energias alternativas e a integração entre smartphones e automóveis chamaram atenção na feira. O site digitaltrends.com escolheu os cinco modelos de carros tecnológicos mais legais da feira. Você confere aqui, no TechTudo, os detalhes de cada modelo:
Lexus AASRV

Lexus AASRV (Foto: TechTudo/Léo Torres)

A intenção da montadora Toyota, com esse modelo, foi criar um carro capaz de se movimentar sozinho para a divisão Lexus. A empresa quis desbancar o Google com uma nova opção entre os carros autônomos.

A sigla AASRV do nome significa, em inglês, Advanced Active Safety Research Vehicle (que pode ser traduzida como Veículo de Procura Ativa e Segura Avançado). A Lexus também compete com a Audi nesse segmento de carros automatizados. Resta saber se as empresas vão refinar esse sistema de sensores nos automóveis, que ficam com um aspecto estranho com tantos aparelhos para evitar colisões.

Audi R18 e-tron quattro
Audi R18 (Foto: TechTudo/Fabrício Vitorino)

O modelo R18 e-tron quattro apresenta um sistema de recuperação de energia cinética que funciona através do aproveitamento da potência criada durante o processo de frenagem. Essa energia acumulada permite que o veículo continue em uso mesmo após o fim do combustível.

A Audi apresentou esse carro chamando a atenção dos admiradores de carros esportivos e conceituais, com um design atraente para os apreciadores de esportes automotivos. No entanto, a tecnologia cinética do carro mostra, sobretudo, que ele é uma alternativa de combustível híbrido para os modelos atuais. A energia cinética acumulada não é poluente e se origina da própria locomoção que o automóvel executa.

2013 SRT Viper com UConnect
SRT Viper 2013 (Foto: TechTudo/Fabrício Vitorino)

O modelo Viper da Dodge já era um desejo de consumo dos aficionados por automóveis esportivos, sobretudo nas cores vermelha e azul com linhas brancas. O novo SRT Viper deste ano, apresentado na CES, vem com um recurso inovador: o UConnect, que permite controlar o carro através do celular.

Esse modelo também possui conexão Bluetooth e navegação em seus painéis eletrônicos internos. Além de bonito e atraente em seu design arredondado, o Viper está se tornando um carro inteligente com vários acessórios tecnológicos.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Máquina de aluguel de notebooks

Para evitar que seus estudantes carreguem seus notebooks em mochilas e sejam assaltados, uma universidade dos Estados Unidos implementou uma máquina que realiza o aluguel do equipamento. A Universidade de Drexel disponibiliza MacBooks 24 horas por dia para os alunos, para uso na biblioteca.
Máquina disponibiliza notebooks para os alunos
(Foto: Reprodução/Mashable)

O maior objetivo deste projeto está em garantir a segurança de estudantes do período noturno, que, assim, não precisam levar o computador portátil de casa para o campus.

“Bibliotecas não são lugares exclusivos de livros. Esta é uma ótima oportunidade para suprir as necessidades de certo grupo de estudantes, enquanto os funcionários do local exploram novas tecnologias. Esperamos que os resultados desta iniciativa melhorem a experiência de estudo da Universidade de Drexel,”comentou Dr. Danuta A. Nitecki, responsável pelas bibliotecas da faculdade em comunicado à imprensa.

O aluguel requer um cartão de identidade e pode ser gratuito se o estudante utilizar o equipamento por até cinco horas. Quando este prazo é extrapolado, ele deverá pagar US$ 5 (aproximadamente R$ 10). Por segurança, enquanto os notebooks estão na máquina, eles recebem a carga necessária para a bateria e sua memória interna é formatada.

Além da segurança, este tipo de máquina evita que os computadores da biblioteca sejam alugados apenas com a presença de algum funcionário por perto, algo comum nos Estados Unidos. Assim os alunos têm acesso aos computadores ainda que não tenha ninguém disponível para auxiliá-los.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Bicicleta elétrica

O designer Sheng-Chieh Chang criou uma bicicleta elétrica conceitual bem completa, perfeita para uso urbano. O projeto prevê, inclusive, o uso de um aplicativo para smartphone para que o ciclista se mantenha conectado às redes sociais. Os usuários podem, então, compartilhar pontos de interesse na cidade e interagir. Com o nome de Gusto Orcinus E-Bike, a bicicleta é de fibra de carbono e pode ser dobrada para ser acomodada discretamente no trabalho ou em casa.
Além de toda a tecnologia, bicicleta tem visual apelativo (Foto: Divulgação)

No guidão, há um espaço para que o ciclista posicione seu celular, que passa a servir como painel. É possível, por exemplo, usar o GPS do telefone ou o aplicativo pensado para criar uma rede entre os usuários da bike elétrica.

Para dar uma força extra a cada pedalada, a bicicleta conta com um complexo sistema de transmissão. Além do motor elétrico e baterias removíveis, Sheng imaginou um câmbio continuamente variável: em resumo, independente da circunstância, a tecnologia encontra sempre a melhor relação de marchas para o momento, privilegiando torque e conforto simultâneamente.

Mais do que um simples devaneio de design, a Sheng já possui um protótipo totalmente funcional da bike, que, segundo o projetista, foi inspirada em baleias assassinas e em seu perfil bicolor. Apesar de já existir uma unidade, não há previsão de que o modelo seja produzido em larga escala.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Grande veículo

O proprietário de um veículo resolveu inovar ao realizar um upgrade em seu automóvel. De acordo com um vídeo postado no YouTube no domingo (6), que já atingiu mais de 600 mil views, o responsável foi um diplomata que mora na cidade de Rabat, no Marrocos. Ele uniu dois Jeeps Wrangler e criou um Super Jeep, como está sendo chamado.

Veículo foi formado pela junção de dois Jeep Wrangler (Foto: Reprodução/SaudiShift)

Ao serem postos lado a lado, os dois jipes formaram um enorme automóvel, que ocupa o correspondente a duas pistas completas de carro. Cada Jeep Wrangler pesa cerca de1800 Kg e tem pouco menos de dois metros de largura.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Vibrador para casais

Esqueça essa história de que usar vibrador é uma experiência solitária de prazer. Apresentado na CES 2013, em Las Vegas, o We-Vibe garante ser o primeiro vibrador para casais no mercado e que satisfaz tanto homens quanto mulheres na hora do sexo.

We-vibe, o primeiro vibrador para ser usado por casais (Foto: Reprodução)


Tristan Weedmark, coordenadora de sexologia da empresa canadense Standard Innovation, explica que o aparelho estimula simultaneamente o ponto G da mulher, o clitóris e o pênis. “É o único vibrador que pode ser usado durante as relações sexuais”, afirmou Weedmark à AFP.

Rebatendo críticas de que o vibrador tiraria a atenção do casal no corpo um do outro, Weedmark disse que acontece exatamente o contrário. “Ele amplia as sensações durante o sexo, em vez de te distrair”, explicou.

Apesar de ter sido pensado inicialmente para casais heterossexuais, a coordenadora de sexologia salientou que nada impede que parceiros homossexuais de qualquer sexo façam uso da invenção.
A novidade surge em meio aos painéis sobre sexualidade nas CES 2013. "O sexo nunca envelhece", "A ciência se encontra com a sexualidade" e "O sexo em tempos digitais", foram os temas debatidos durante a feira de tecnologia.

O gerente de desenvolvimento do produto da empresa canadense, Grant Bechthold, ressaltou o momento oportuno para relacionar tecnologia com novas experiências sexuais. Ele explicou que a geração dos "baby boomers", pessoas nascidas entre 1946 e 1964, estão cada vez mais abertas a novas formas de relação.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Qualcomm Halo recarrega a bateria de carros elétricos

Os carros elétricos estarão cada vez mais presentes daqui para a frente, mas além de seu alto custo, a questão do carregamento da bateria pode ser um problema. Para resolver a questão, a Qualcomm criou a tecnologia Halo, que recarrega as baterias de um carro elétrico sem a necessidade de fios, por indução eletromagnética.
Transmissor Halo que fica posicionado na vaga e recarrega o carro sem fios (Foto: TechTudo / Fabricio Vitorino)

O sistema funciona com um simples transmissor na sua garagem, que envia a energia sem fios para um transmissor semelhante, localizado na parte de baixo do carro. Basta parar o carro em cima da vaga onde o transmissor está posicionado e pronto, a bateria começa a carregar automaticamente.

O objetivo da Qualcomm é tornar o processo simples e rápido, sem a necessidade de nenhuma ação do motorista. O Halo conta com um sistema de segurança que interrompe o carregamento de energia sempre que houver um objeto metálico entre os transmissores, o que poderia causar um incêndio.
Sistema de realidade aumentada mostra o campo de
indução eletromagnética
(Foto: TechTudo / Fabricio Vitorino)

Não é necessário nem mesmo parar com precisão em cima do transmissor, pois o Halo tem uma bom alcance, e funciona mesmo que o transmissor não esteja exatamente alinhado com o carro. Além disto, a eficiência do sistema é de cerca de 90%. No caso do Rolls Royce mostrado pela Qualcomm na CES, uma carga completa dura cerca de 9 horas.

A tecnologia já está sendo testada em Londres, com a instalação do transmissor em estacionamentos públicos. A Qualcomm ainda cogita fazer o mesmo em auto-estradas no futuro, assim seria possível dirigir enquanto a bateria do carro estivesse sendo automaticamente recarregada.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Carro compacto

O designer português Paulo Encarnação pensou num carro para o futuro. O Urban Pod é um veículo compacto, destinado para rodar no trânsito das grandes metrópoles. O projeto prevê o desenvolvimento do chassi com plásticos biodegradáveis, motorização híbrida e tecnologia de ponta para maior conforto e segurança.
Criação de Paulo Encarnação casa bem com a proposta de vida na cidade grande, como São Paulo (Foto: Divulgação)

As portas do carro foram criadas com o uso de sensores biométricos, que identificam as impressões digitais do usuário e só aí abrem. O interior revela um automóvel compacto, na configuração 1 + 2 (motorista à frente e dois ocupantes atrás). O painel digital muda de cor conforme a situação: fica vermelho em situações de emergência. O para-brisas projeta informações complementares, recurso presente em alguns modelos da BMW.
Painel high-tech avisa motorista em situações de emergência (Foto: Divulgação)

Usando 80% de bioplástico na sua construção, o Urban Pod seria um carro com forte apelo ecológico. Apesar disso, a motorização do compacto aposta na queima de combustível, no caso a gasolina. Híbrido, o projeto do veículo foi desenvolvido para usar, também, uma unidade propulsora movida a energia elétrica.

Além das portas com sensores biométricos, Paulo pensou num conjunto de sensores no que seria o para-choques do Urban Pod. A ideia é que esses sensores mapeiem o percurso do veículo e identifiquem obstáculos no caminho, alertando o condutor. Já o teto é, na verdade, um grande painel fotovoltaico para converter a energia solar em eletricidade, a ser usada pelas baterias.

sábado, 8 de dezembro de 2012

App lê camisa lançada na CES

O Nivpat é um aplicativo bem interessante que promete trazer uma série de possibilidades para a indústria da moda. O programa para smartphones, apresentado na CES 2013, possui uma tecnologia que “escaneia” uma camisa para obter informações sobre a pessoa que está vestindo a roupa, através das redes sociais. O software funciona com seis peças especiais que têm elementos de design únicos e podem ser lidos pelo aplicativo.
Por enquanto, tecnologia só funciona com camisas especiais (Foto: Reprodução CNET)

A ideia funciona da seguinte maneira: quando uma pessoa com um destes modelos estiver caminhando pela rua, você simplesmente pode abrir o app e apontar o seu celular para ela. Um círculo envolvendo o design vai aparecer e o programa fará a leitura. Pouco depois, um perfil sobre quem está usando a camisa será aberto com o nome, páginas em redes sociais e muito mais. Isso, é claro, se o usuário configurar a roupa com a opção “ligada”. Caso você não queira revelar seus dados pessoais para qualquer um, é só “desligá-la”.

Os desenvolvedores do sistema querem fazer com que a tecnologia do Nivpat seja integrada a grandes marcas para que elas possam oferecer aos seus usuários mais opções de informações sobre suas lojas, como se fossem QR Codes. A precisão do app é tão boa que ele consegue escanear até mesmo uma camisa vestida por um ator na televisão.

Por enquanto, a tecnologia só funciona com as camisas especiais. No entanto, não é nem um pouco difícil imaginar que isso possa ser utilizado futuramente, por exemplo, em roupas de uma determinada marca para saber onde elas podem ser compradas, seus preços e quem as desenhou, por exemplo.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Case à prova d'água para iPhone

Com o case à prova d’água Armor Series da empresa Otter, você pode mergulhar com o seu iPhone ou Galaxy S III a uma profundidade de até 2 metros durante 30 minutos, mantendo todas as suas funcionalidades, com a tela multi-touch e a câmera, por exemplo.

Case Armor da Otterbox deixa seu iPhone praticamente indestrutível (Foto: TechTudo / Nick Ellis)

O case Armor é praticamente indestrutível, pois é feito com um plástico especial usado em ferramentas industriais que resiste a quedas de até 3 metros e a impactos de até 2 toneladas. Ele também é totalmente resistente a poeira, e conta com uma proteção especial na caixa de som que permite que você escute o áudio, deixando a sujeira do lado de fora.

Com fechos em metal, você pode colocar e retirar seu smartphone do case de forma rápida. A empresa garante que este é o case mais resistente do mundo que já foi lançado até hoje.

O case Armor vai ser lançado com versões para iPhone 4 e 4S, iPhone 5 e Galaxy S III a partir de abril deste ano por cerca de US$ 99.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Darpa cria barco robô

A Agência de Pesquisa de Projetos Avançados de Defesa norte-americana (Darpa) desenvolve um robô exclusivamente para caçar submarinos inimigos. O ACTUV foi projetado para ser um veículo não tripulado, capaz de operar por um período de 60 a 90 dias. Um drone voador, atualmente, na melhor das hipóteses, permanece em ação por 30 horas.
Projeto desenvolve o ACTUV, drone marítimo para caçar submarinos (Foto: Reprodução/YouTube)

Muito mais avançado que os demais drones utilizados em combates, o ACTUV poderá ser, basicamente, abandonado no mar. Só será preciso guiá-lo para fora do porto, e a partir daí, com o uso de sonares ativos e passivos e um conjunto de sensores, ele será capaz de rastrear submarinos e se desviar sozinho do curso de outras embarcações de superfície.

Quando seus sonares identificarem algo que possa ser um submarino inimigo, ele avisará aos navios da frota. Seus controladores levantarão os dados a partir da imagem gerada pelos sonares, e decidirão se o rastro pertence realmente a um submarino. Caso contrário, será enviado um comando via satélite ao ACTUV para ele procurar em outro lugar.

Se o rastro for realmente de um submarino, o ACTUV passará a persegui-lo em alta velocidade e de distâncias próximas. A ideia é que a embarcação automatizada passe informações em tempo real para os demais veículos da frota, que desempenharão papel auxiliar na caçada. A Darpa promete que, caso não seja passada a ordem de parar a busca, o ACTUV poderá acompanhar o submarino até o fim de sua jornada.

O projeto teve um investimento de US$ 58 milhões (cerca de R$ 118 milhões). O robô ainda está em fase inicial de desenvolvimento e não há data prevista para o início de suas operações no oceano.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

IPhone 5 com corpo transparente

O iPhone5Mod lançou um kit que promete deixar a aparência do iPhone 5 completamente inovadora. Com a personalização, o smartphone fica com o corpo transparente, deixando seus circuitos à mostra. À prova de arranhões e anti-impressão digital, o pacote inclui nove peças necessárias para transformar o iPhone 5 em um smartphone translúcido na parte traseira e nas laterais.
O kit é a prova de arranhões e anti-impressão digital (Foto: Reprodução/9to5mac)

Disponível em até sete cores para livre escolha, o kit pode ser adquirido pelo preço de US$ 39,90 (aproximadamente R$ 80). A modificação não atinge a parte da frente do dispositivo, mas deixa, além da parte traseira, o slot para cartão SIM e os botões de mudo e de energia totalmente transparentes.

Se não bastasse a aparência interessante, o acessório ainda promete proteger o smartphone de arranhões e das marcas de gordura dos dedos. Os clientes que gostarem muito da personalização e quiserem ter todas as sete cores disponíveis ainda podem comprar o pacote completo pelo preço de US$ 169 (cerca de R$ 340).

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Celular em câmera

O Snappgrip é um aplicativo que promete ajudar aqueles que estão acostumados com câmeras fotográficas e estranham a interface do celular. O acessório é uma capa com um adaptador que transforma smartphones em compactas, com botão disparador e e outras funções de controle.
Snappgrip acoplado a iPhone 4 (Foto: Divulgação)

O acessório funciona em iPhone 4, 4S e 5 e no Galaxy S III através de Bluetooth. Além de fotografar, ele também permite controlar o zoom e selecionar o modo da foto. O Snappgrip possui bateria para funcionar por 60 horas e é recarregável através de entrada USB.

O projeto ainda está em fase de testes e o time responsável está coletando fundos através do Kickstarter. Eles já arrecadaram quase £ 16,8 mil (cerca de R$ 55 mil) e a expectativa é chegar a £18 mil (R$ 60 mil) até o fim deste mês. Se atingir o objetivo de arrecadação, o acessório chegará ao mercado por cerca de US$ 99 (R$ 200, em conversão direta).

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Skate elétrico

Você certamente já viu nas ruas aqueles skates elétricos com um controle usado para acelerar ou reduzir a velocidade. Agora, a Zboard mostra uma nova geração de aparelhos. Em seu estande na Eureka Park, área da CES 2013 (Cosumer Electronic Show) reservada para empresas novas, as chamadas start ups, era possível conferir o aparelho, com sensores localizados nas duas extremidades.

Zboard no estande Eureka Park na CES 2013 (Foto: Léo Torres)

A invenção funciona com sistema de detecção de peso parecido com o de um Segway, veículo em que o indivíduo anda em pé e se move para a frente ou para trás a partir da inclinação do seu corpo. No entanto, a prancha não foi feita para realizar manobras como um skate comum e suporta até 100kg.

Para aumentar a velocidade do Zboard, basta inclinar-se com mais força para frente. Já para frear mais bruscamente, a pressão deve ser realizada na parte traseira do veículo.
Skate tem dois sensores que fazem o motor se mover (Foto: Divulgação)


O skate Zboard está disponível em dois modelos. O Classic sai por US$ 649 (cerca de R$ 1.315). Com peso de aproximadamente 13 kg, ele é capaz de atingir uma velocidade de 24 km/h. Sua bateria de chumbo-ácido permite uma autonomia de 8km. Já a versão Pro pesa 16 kg e tem velocidade máxima de 27 km/h. Sua bateria de lítio íon fosfato garante autonomia de 16km. Tudo isso por US$ 949 (R$ 1.925).

domingo, 2 de dezembro de 2012

Walkman a prova d'água

A Sony apresentou um fone de ouvido ousado durante a CES 2013. O novo integrante da linha Walkman é o NZW-W270, a prova d'água e que permite que nadadores também aproveitem a moda dos fones esportivos, muitas vezes dedicados somente a jogadores, ciclistas e corredores.
Fone da Sony reproduz música até de baixo dágua (Foto: Reprodução / Mashable)

Os earphones, que também são resistentes ao suor, contêm 4 GB de capacidade de armazenamento de músicas e é controlado por um fio, onde é possível ligar e desligar, selecionar músicas e listas de reprodução, além de ajustar o volume. Alguns jornalistas presentes à feira puderam testar o fone, como Pete Pachal, do Mashable.

“Achei os controles fáceis de usar e os fones bem confortáveis”, avaliou Pete, que ainda destacou o fato de o volume do Walkman ser bem adequado mesmo quando estava com a cabeça submersa.

Além dos nadadores, outro público pode adorar a novidade: aquelas pessoas que curtem cantar no chuveiro. Agora, será possível ouvir música da melhor qualidade, nos seus ouvidos, sem se preocupar com a reação dos eletrônicos à água. Por causa disso, no entanto, vem um ponto “negativo”: a sua bateria, que tem oito horas de duração, só pode ser recarregada com um carregador especial que vem com o produto.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Esculturas luminosas

Uma boa iluminação pode ser o grande diferencial no meio artistico, e por isso o artista japonês Makoto Tojiki quis ir mais além no assunto. Formado em desenho industrial, ele criou esculturas em forma de humanos e animais usando centenas de pequenas lâmpadas ligadas por fios quase imperceptíveis.

Figuras de animais como o cavalo são destaque no trabalho de Tojiki (Foto: Reprodução)


Na sua série “No Shadow” (Sem Sombra), Tojiki apresenta figuras de homens, cavalos e pássaros sem sombra por emitirem luz própria, criando o efeito 3D experimentado pelos expectadores de suas exposições.
O trabalho fez tanto sucesso, que até a grife francesa Hermès contratou o designer para o projeto especial de uma vitrine.
Formas de aves compõem a exposição "No Shadow" (Foto: Reprodução)


Sobre as obras da exposição No Shadow, Tojiki analisa “Um objeto é visto quando nossos olhos capturam a luz refletida nele. Se extrairmos apenas essa luz, ainda estamos na presença daquela ‘coisa’? Utilizando apenas o contorno das luzes, vou tentar expressá-la ”.